sexta-feira, 12 de setembro de 2008

HERÁCLITO DE ÉFESO

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Essa não é nova, mas como neste blog tratamos de arquivos, convém relembrarmos o sapiente Heráclito Fortes (DEM) falando da CPI da ONG que vaio da lua, a ONG "Amigos de Plutão".
Antes de rirmos a respeito do caldo que levou o Senador desinformado, reparemos que para ele, Lua e Plutão são a mesma coisa! Eis o vídeo agraciado com o Emmy (se não foi, deveria).
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Clique aqui para ver que Tasso para vice de Serra, é só balão de ensaio. Clique aqui para ver que para um setor da mídia, Eua e Cuba não se acertam por culpa do Lula.
Clique aqui para ver o desespero do Estadão para dizer que Dilma não está empatada. Clique aqui para ver Petkovic defendendo o socialismo e deixando Ana Maria Braga com cara de planta.  Clique aqui para ver sobre a cassação de Kassab. Clique aqui para ver o tolo Estadão falando para a meia dúzia de assinantes que tem.
Clique aqui para ver que o Globo acha que é melhor o país parar de crescer.
Clique aqui para ver que nem Serra defende FHC.
Clique aqui para ver o tapa de luvas em "nazy" Casoy. Dilma samba com garí no carnaval. Clique aqui para ver o "sucesso" de José (quem?) Serra no carnaval do nordeste. Clique aqui para ver Serra e ACM Neto de mãos dadas em Salvador. Clique aqui para ver algumas diferenças entre a imprensa brasileira e a de fora. Clique aqui para ver o carnaval feito pelo Globo porque faltou ar-condicionado. Clique aqui para ver que Serra firmou acordo com videntes quando era Prefeito. Clique aqui para ver que a Folha também tenta criar um clima inexistente.
Clique aqui para ver outro chilique de outro global sobre este bando de pobres que consomem.
Clique aqui para ver que o Brasil é só das elites. Clique aqui para ver que na Alemanha é diferente. Rico quer pagar imposto. Clique aqui para ler sobre o patê de foie gras, adorado por FHC. .

FHC



Comicidade. Mas não dá pra evitar...

Vejam o enunciado no verbete FHC na Wikipédia:

"Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e dados de confiabilidade duvidosa."

Poderia ser mais apropriado?

* PS. - Na data da postagem, o texto acima era o que constava. Hoje existe conteúdo para Fernando Henrique.


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JUCÁmaleão



Se eu fosse político, gostaria de ter aliados fiéis. Sabe aquele que não te questiona, que está com você para o que der e vier, pau pra toda obra? Tipo, não me pergunte de onde eu vim e eu não questiono as ordens que você me der.


Na minha opinião o maior exemplo disso no Brasil atual é o Senador Romero Jucá, líder do governo Lula no Senado. Me lembro com clareza quando cerca de 8 anos atrás, o mesmo Senador era líder do então presidente FHC na casa alta do parlamento. Me lembro de seus discursos exaltados na tribuna do Senado ou da bancada, para enaltecer Fernando Henrique e suas políticas e para acabar com as esquerdas e especialmente, com o PT.

Jucá saiu do PSDB porque não pegaria bem apoiar o governo da vez estando num partido de oposição. Na época ele ocupava o cargo que hoje é do exaltado Arthur Virgílio.

Fico imaginando, se o Serra ganhasse as próximas eleições, o Jucá pediria de novo o cargo de líder do governo? Acho que vale a pena prestar atenção nesse homem.


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O ESTIGMA COMUNISTA



Interessante notar como alguns candidatos escondem seus partidos. Pior é notar que isso acontece na esquerda brasileira. No meu modo de ver, compreensível somente até certo ponto.


Durante todo o século passado o mundo viveu um estigma. Os comunistas "comiam" criancinhas. Este e outros boatos maldosos foram competentíssimamente bem implantados pelo status quo capitalista. Mormente claro, no ocidente, área de abrangência dos Estados Unidos.

O fato concreto é que, sendo verdade ou não, foi duro pra muita gente reconhecer que era comunista. Não que simplesmente pegasse mal, era bem pior que isso. Havia casos de perseguição real.

Mas esses anos se foram. A Constituição de 88 igualou a todos e definitivamente deixou em plena legalidade qualquer forma ou ideologia política, de esquerda, direita, radicais ou não.

Em virtude disso me causa muita estranheza reparar que em muitas propagandas eleitorais, sites de candidatos e etc, os candidatos do PCdoB simplesmente não mencionam sua sigla (só onde é realmente obrigatório) e definitivamente, aboliram a foice e o martelo de sua simbologia. Digo isso com tristeza.

Isso se nota no site da Manuela, candidata a prefeita de Porto Alegre (veja). Se não souber de antemão, passará batido o partido ao qual ela é filiada. Já no de Ricardo Gomyde, candidato a prefeito de Curitiba (veja) a foice e o martelo estão lá, mas tão pequenos, que praticamente não se vê. No de Jandira Feghali candidata no Rio de Janeiro, também não se vê o símbolo comunista nem tampouco o nome do partido (veja). No de Jo Moraes, candidata em Belo Horizonte, tem um simbolozinho perdido, lá no pé da página (veja).

Acho uma pena, verdadeiramente. Era hora de se orgulhar de ser do partidão, que enfrentou tanta perseguição injusta e não de se esconder.

Agora, falando dos candidatos a vereador... ah, são um caso à parte. Muitos querem apenas uma sigla para poder se candidatar, que preencha a contento o binômio necessidade x oportunidade. Não são de fato, comunistas. Talvez sequer saibam quem foi Karl Marx.


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REPÓRTERES DE MARTE.



Pesquisando informações sobre imposto de renda para uma ação (sou advogado) me deparo no Google com um artigo de O Globo (leia aqui). Vejam se não é exatamente aquilo a que me referi, sobre um pessoal classista e alienado da realidade do país.

Percebam a frase: "É muito comum o rapaz ou a moça passarem na faculdade e o pai dar um carro de 80 ou 100 mil (...)"

Ok, a frase em questão não é do jornalista e sim do entrevistado. Mas peraí. "É muito comum"?

Não é muito comum sequer o pai dar um golzinho zero quilômetro que segundo a propaganda da Volks custa $ 25 mil, quem dirá um carro de $ 100 mil! Onde mora esta gente que produz leituras que nós consumimos? Sei que em termos jornalísticos não tem nada de errado na publicação, afinal quem afirma isso é o entrevistado e não o repórter, mas será que produzimos notícias para meia dúzia de pessoas?

A resposta é SIM, produzimos. E na cabecinha dos repórteres o mundo onde moramos é o de Alice. Não necessariamente que tais repórteres vivam ou tenham um padrão de vida condizente com esta mentalidade. Mas gostariam muito de ter e por isso, gravitam na órbita elitista e classista de alguns setores de nossa sociedade.

Por isso desconhecem a importância de programas como o Bolsa Família e similares, aos quais chamam de assistencialista e caça-votos.

E eu diria mais. Também não entendem de economia porque programas sociais ampliam a renda e por consequência a economia do país. O Japão fez isso alguns anos atrás distribuindo para cada cidadão japonês o equivalente a 500 dólares para que ele gastasse em bobagens para fazer a economia girar. O Newl Deal americano depois de 1929 fez o mesmo pelo simples fato de que dinheiro circulando é economia crescendo.

Hillary Clinton falou textualmente que adotaria o Bolsa Família brasileiro caso ganhasse as eleições (leia aqui). "Essas idéias de combate à pobreza podem ser colocadas em prática aqui, na nossa casa", disse ela.

Os países de primeiro mundo que nossos caros elitistas tanto adoram fizeram o mesmo que estamos fazendo agora. Nós é que não inovamos, estamos apenas copiando. Mas pra nossa classe-média desinformada (ou mal informada pela Veja e assemelhados), isso não passa de assitencialismo.

Mea culpa, gente... mea culpa...



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O MEA CULPA QUE A IMPRENSA NÃO FAZ



No Observatório de Imprensa (reproduzido pelo Vermelho) Marcus Miranda comenta acerca do jornalismo de ocasião, adesista e que só fala bem de quem paga. Deu o exemplo dos Estados Unidos onde a imprensa é transparente e assume seus candidatos (
leia aqui).

Não é novidade que nas terras brasileiras o adesismo da imprensa nos causa náuseas. No entanto, faço reparos ao Observatório (não especificamente a Miranda). Quem o lê com frequência - e eu confesso que não o leio mais - sabe das maneiras e os métodos de Alberto Dines. Perca 5 minutos navegando por seus artigos, olhando de soslaio (já que verdadeiramente não vale o esforço de se concentrar nos textos), e verá do que eu estou falando.

O Observatório é um veículo tão preconceituoso quanto aqueles que costuma criticar. Tem adesismo em seu DNA e é elistista. Odeia pobre (como diz PHA sobre São Paulo), odeia o que um país pobre representa; odeia ser de terceiro mundo. Pena que muitos desses que odeiam pobres, não façam muita coisa concreta para acabar com a pobreza. Se pudessem, aplicariam a filosofia de Justo Veríssimo (personagem de Chico Anysio) e aniquilariam a todos.

O ponto onde quero chegar é que a imprensa está mesmo infestada de ideologia.

Não que seja possível a um ser humano não ter ideologia. Qualquer que seja a sua, ela nasce com você, vai se formando na medida em que você envelhece, vai se moldando. Afinal, somos produtos do meio. Para o bem ou para o mal.

O Observatório revela em suas leituras a eterna "tendência Higienópolis", com cães andando no shopping center (Higienópolis) de sapatinho e coisas desta natureza. Shoppings onde se encontra carregadoras de sacolas para dondocas entediadas pipocam em todo o país. Pipocam em todo o mundo, aliás. Isso porque existe um horror não disfarçado àquele que lhe é diferente. É natural do ser humano.

Até aí, o Observatório não inventou a roda. Faz o que todo mundo faz. É classista.

Mas eu confesso que me incomodo até com o nome do veículo: "Observatório". Passa a impressão que a imprensa deve ser vigiada por um ente maior. Não sei, me soa meio como presunção. Não que a imprensa não deva ser vigiada, ela deve. Mas pelo "Observatório"?

Me lembro que quando surgiu a idéia de se criar o Conselho Nacional de Jornalismo - ou um nome que o valha -, as páginas do Observatório ficaram repletas de reclamantes, de que isso era ditadura. Que a imprensa é livre e pode se regular sozinha.

Nós sabemos o quanto ela é livre e pode se regular. Basta ler a Veja. Basta ler qualquer porcaria vendida nas bancas de jornais para vermos como nossa imprensa é séria, comprometida, "essencial" e que "não dá prá não ler".

Sei que possivelmente ninguém do Observatório vai ler estas linhas. Mas no caso de lerem, eu gostaria de sugerir que fizessem um mea culpa. Saiam do Higienópolis e comecem a ver o Brasil como ele realmente é. Comecem a ver o mundo isentos da lente da CNN ou Fox News. Estudem um pouco mais de sociologia e filosofia. Aliás, estudem um pouco mais, de qualquer coisa, já que as faculdades de jornalismo não ensinam a pensar já faz tempo.

Se quisermos um país de primeiro mundo vamos ter que construí-lo. Não adianta pensar que estamos na Champs Élysées fazendo compras o dia todo. Somos um país pobre e que precisa trabalhar duro. Não dá pra perder tempo olhando o mundo pelos olhos de jornalistas de uma classe média decadente, que pensam que são o que não são.

Minha opinião, naturalmente...


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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

CURITIBA E SUA PROVINCIANA MENTALIDADE



Quem mora em Curitiba saberá do que eu estou falando.

Dizem que por aqui se tem a qualidade de vida de primeiro mundo, planejamento urbano, não há favelas nem filas nos hospitais e a cidade é extremamente limpa.

Bem, infelizmente nenhuma dessas afirmações corresponde à verdade. Mas não é isso o que mais chama a atenção quando alguém vem de fora, e tenta conversar sobre política com o curitibano. Até me faz lembrar que logo depois do 11 de setembro americano, era proibido falar mal do Presidente ou da América. Era anti-patriótico.

Na capital do Paraná temos essa mentalidade instalada há quase QUARENTA ANOS, quando Jaime Lerner assumiu o poder como prefeito "biônico" alçado ao poder pela ditadura militar.

Naquela época era uma cidade planejada. Tinha uns 500, 600 mil habitantes. Sendo bem honesto, comandar uma cidade desse tamanho, não chega a ser tarefa de Hércules. Auxiliada pela severa propaganda, Curitiba foi crescendo e mantendo a imagem de futurista. Hoje tem 3 vezes mais gente e se somarmos a Grande Curitiba chegaremos quase aos 3 milhões de habitantes.

Ainda que tenha crescido,continua sendo "proibido" falar mal da cidade, de seus prefeitos e das suas mazelas. É anti-curitibano. A propaganda política oficial é um primor no sentido da alienação. Um E.T. por aqui, que conseguisse assitir à tv e ler os jornais, pensaria ter errado na hora do pouso. Acharia que aterissou na Suíça.

Fantástico perceber que o número de pontes, viadutos e trincheiras permaneceu praticamente o mesmo desde aquela época. Curitiba estranhamente tem optado por priorizar os semáforos nos lugares de maior tráfego, deixando o congestionamento levar a cidade a índices inacreditaveis de lentidão. Na Avenida Visconde de Guarapuava (uma das principais da cidade) o horário de pico em época de atividade escolar (ou seja, praticamente o ano todo) faz com que se leve até 7 minutos para cruzar um quarteirão dirigindo um carro. Para se cruzar 10 quarteirões desta rua com quase 30, levamos 70 minutos!

Esses são dados do Jornal Gazeta do Povo (aliado ao atual Prefeito Beto Richa, do PSDB; ou seja, insuspeito), ventilados após pesquisas com motoristas de taxi da capital.

Na periferia, semáforos pipocam. Em Curitiba, pasmen! Eles são sinais de progresso. Coisa típica de uma província. Semáforos abrindo e fechando a passagem de ruas que vão de nada, a lugar nenhum. Não é raro em certos bairros da cidade, colocarem o chamado "farol" para regular o trânsito de cerca de 20, 30 carros por hora! Rotatórias bastariam e certamente seriam muito mais baratas ao longo do tempo.

Mas a capital de todos os paranaenses segue deitada em berço esplêndido.

Quem é de Curitiba, certamente há de me entender


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1 de janeiro de 2006: FHC SOBRE A CORRUPÇÃO, SERRA SOBRE ECONOMIA



“Não sei se é o único problema (do país), mas é muito importante. Acho que falta punição, falta sentimento de justiça. Alguma coisa tem que se recuperada para o Brasil. Errou, deve ser punido”, disse o ex-presidente, em entrevista à imprensa. “Não pode ser como hoje, em que não acontece nada. Todos esses escândalos, dossiês, sanguessugas... A lei aqui só existe para quem é pobre. Isso está errado, tem que acabar”.

Particularmente não creio que o ex-Presidente se candidate a alguma coisa em 2010. Receio que só conseguiria votos suficientes para uma cadeira de vereador em São Paulo, mas ele certamente acharia o cargo humilhante se comparado à sua intestimável capacidade intelectual e de articulação.

Na mesma reportagem da Agência Brasil, José Serra fala, incrivelmente sobre o "baixo" crescimento econômico do Brasil, logo após se eleger Governador de São Paulo.


Fantástico !


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DALARI SOBRE MENDES



"(...) a garantia dos direitos dos brasileiros ficou reduzida, porque uma pessoa que age desta maneira, sem serenidade e com essa possibilidade de influência, sem dúvida, poderá prejudicar o direito de muita gente. Além disso, e esse é um aspecto que eu acho de extrema gravidade, ele vai intimidar juízes, desembargadores, ministros, porque vai abusar de seu poder institucional para exigir a obediência àquilo que ele acha verdadeiro e correto. De maneira que isso vai reduzir o poder dos juízes e dos tribunais, o que é uma conseqüência extremamente grave para todo o povo brasileiro."

Dalari também fala da operação de fiscalização do trabalho escravo no Pará e como certos Senadores estão comprometidos com os grandes negócios em detrimento das liberdades civís. Leia a entrevista toda do jurista Dalmo Dalari publicada em Patria Latina e Instituto Humanitas Unisinos



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A VELHA CANTILENA (Curitiba)



De Curitiba, essa vem do Prefeito Beto Richa (PSDB). É a velha ladainha de que não vai concorrer a outro mandato no meio do caminho do cargo para o qual foi eleito. Suas declarações são textuais, respondendo ao internauta Roberto Fernandes na sabatina do IG, Fale com os Políticos: “o mandato disputado no momento é de quatro anos e deve ser cumprido como tal”.


Segundo afirmações do próprio Prefeito, ele apoiará o candidato Osmar Dias (irmão do tucano Álvaro Dias) nas próximas eleições para o Governo do Estado. Convém aos curitibanos que prestem atenção. José Serra do mesmo partido fez igual promessa em relação à Prefeitura de São Paulo e, que de antemão, todos sabiam que não seria cumprida.

A fonte é o jornal Último Segundo, do IG





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CAROS COLEGAS


Este é um espaço democrático, que pretende ser um aliado das mais nobres causas da República.

Sabemos que as eleições atualmente não são mais definidas como eram há somente dez anos. O efeito "pedra no lago" já descrito por Franklin Martins (ainda somente um jornalista) mudou o paradigma do jogo. Continuam existindo os currais eleitorais do mesmo modo que aqueles eleitores que insistem em se manter fiéis a alguma coisa que talvez, nem saibam exatamente do que se trata. Porém o avanço da internet especialmente sobre as classes sociais menos abastadas, em parceria com diversas outras mudanças de comportamento, têm promovido sensíveis transformações na forma de ver o mundo político. E mais ainda, na forma de ser visto por ele.

Assim, temos que hoje em dia uma andorinha sozinha é capaz sim, de fazer verão. Se você quiser, sua voz poderá, e será ouvida. A internet é poderosa, não nos furtemos a dizer o contrário.

Portanto, com base na força desta magnífica rede, e com a intenção de efetivamente niverlarmos o jogo democrático, é que nos propomos a levar este modesto espaço virtual ao conhecimento de todos. Nele constarão com a ajuda dos leitores e colaboradores de outros blogs, as declarações, os ditos e as intenções dos diversos políticos de nossa nação.

Os "Anais Políticos" querem ser o arquivo confiável a registrar as barbáries proferidas por nossos eventuais "ilustres" figurões eleitoreiros, seja de que Estado forem, estejam em que cargo estiverem. Vocês mandam o que for notícia e nós postamos.

Naturalmente para o bom andamento dos trabalhos, tratemos de assinar as postagens, ainda que com pseudônimo. Também devem todos que pretenderem ver seu escrito publicado, trazer o link da fonte onde obtiverem a informação, ou na ausência de link, da edição e página da publicação física originária. Isso é para não sermos chamados de acusadores apócrifos. Também evitaremos por óbvio, o palavreado chulo e de baixo calão. Não vamos nos igualar à certas castas "raivosas" da República.

Abraços e boas postagens!


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