quinta-feira, 15 de julho de 2010

ESTADINHO SE ACHA O BOM

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Quase todo brasileiro "civilizado" já ouviu falar algum dia que nosso país produz uma das melhores telenovelas do mundo. Também que tem uma das melhores propagandas e não sei o quê mais.

Bem, a propaganda brasileira já não desponta verdadeiramente em algum festival internacional há muitos anos, segundo os experts no setor. Pra não falar que sou eu que tô mentindo, ouvi isso outro dia de um profissional conceituado da área (me foge o nome) em uma entrevista na BandNews da tucanolândia.

E as novelas? Quem falou que temos uma das melhores do mundo? Bom, a Globo, claro. E falou isso numa época que só ela fazia esses belos exemplares cerebrinos de programação. Hoje, até a Record faz. 

A verdade é que a telenovela brasileira é uma porcaria. Pode até não ser a pior do mundo. Pode até não ser tecnicamente tão pobre quanto a mexicana, mas seguramente, não está entre as melhores. Nem de longe.

Mas era do esquemão da Globo dizer isso. Do mesmo modo que era do esquemão dos figuras de marketing dizer que nossa propaganda era uma das melhores do mundo, quando ela realmente estava entre as que mais despontavam. Dizendo bem, estava. Não está mais faz séculos. Mas pra quem não acompanha o vai e vem do mercado, a nossa propaganda ainda leva essa fama.

Isso estimulava o anunciante a anunciar. Como deve ser.

Assim, temos que a propaganda é mesmo a alma do negócio.

O mesmo fez o estadinho se atribuindo uma importância que não tem. Ao falar que a campanha de Dilma deixou de fazer isso ou começou a fazer aquilo por causa de sua "denúncia" é tratar o cidadão no mínimo, por inocente. Um moleque de 5 anos de idade.

O povo brasileiro dá tanta importância para o que diz o estadinho, quanto dá para o que sai na Veja. Ou seja, menos um na escala de coisas importantes na vida.

Tirando o grupelho que realmente está assustado com "tudo o que está aí" (belo discurso pregado pela esquerda e pela direita radical do PSTU e do DEMo, colocando o mundo todo na mesma panela, pra não precisar mostrar a ausência de pensamento coerente de ideologia), tirando este grupo, mais ninguém presta atenção às fabulosas publicações da imprensa brasileira. O estadinho fala por sí e para sí. A Veja também. 

Num momento em que a publicação da Editora Abril é distribuida de graça na casa das integrantes da liga das senhoras católicas, para ver se convence alguém de alguma coisa, o Jornal do Brasil deixa de circular em meio impresso por não valer mais a pena. Faltam leitores e faltam assinantes. E olha que sequer estou discutindo a qualidade editorial desse jornal. Não o leio tanto assim pra dizer. 

O que pega mesmo é a mudança dos tempos. O cidadão ordinário não está mais disposto a pagar uma grana pra ser enganado. Especialmente quando pode procurar a notícia por seus mais diversos prismas, e de graça, pela internet.

O que acontece hoje em dia é que na grande maioria dos casos, as notícias são prestadas meramente por assessorias de imprensa. Ou seja, cada empresa tem a sua, cada parlamentar o seu, cada zé mané tem alguém pra plantar na imprensa algo que lhes valha a pena.

Trocando em miúdos, tirando as coisas como terremotos, goleiros que matam mulheres, jornalistas do Estadão que atiram na namorada pelas costas e filhos de dono de afiliada da globo que estupram crianças, quase todo o resto se trata por notícia pré-fabricada (e essas últimas, eles tentam esconder). Não existe mais apuração verdadeira. As bombas que desmoralizam as Assembléias Legislativas (como a do Paraná, nesse começo de ano) são frutos tão somente de alguém da mídia que foi contrariado. Ou um grande amigo de algum poderoso da imprensa que resolveu dar o troco em outro político safadão, e por causa disso, botou a boca no mundo.

Nada mais daquele jornalismo romântico que surgiu nos Estados Unidos nos anos 60 e que derrubou Richard Nixon. Hoje a imprensa só publica o que lhe interessa, e interessa àqueles que lhe pagam o salário.

É uma mídia privada, trabalhando para obter lucro. Nada mais.

Então, o estadinho dizer que está botando pra quebrar, que é o danadão das denúncias é rir da cara de seu pseudo leitor.
A campanha de Dilma faz ou deixa de fazer alguma coisa, porque quer. O mesmo se diz da campanha natimorta de Serra. Afinal, se a mídia rendesse votos, Zé Chirico tinha sido eleito em 2002 e seu papagaio em 2006.

A mídia mandava e desmandava até 2001. Mas o povo se deu conta quando FHC enfiou o pé na jaca e não se conteve, tentando vender o país com tudo dentro. Ficou meio na cara e o zé povinho ligou os pontos e percebeu que tinha algo de estranho naquilo tudo.

A partir daquele momento a mídia passou a ser menos importante. O brasileiro notou que "pra ser jornalista, tinha que odiar o Lula", como diz naquela historinha verdadeira da blogsfera.

O estadinho perdeu uma ótima oportunnidade de não se vangloriar por algo que não importa. Além de tudo, fica forçado. Acham que já que ninguém lhes reconhece o mérito, melhor é eles mesmos jogarem confete pra cima e entrarem embaixo.


Clique aqui para ver a atrofia cerebral da Veja.
Clique aqui para ver que o Índio é mais experiente que a Dilma.
Clique aqui para ver a mãozinha que o Ministério Público dá para Serra.
Clique aqui para ver o FHC dizendo que o Serra perdeu.
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REPÚBLICA DOS SINDICALISTAS

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A tucanolândia tem uma lógica própria, e nela convém prestar atenção.

Ela é repetitiva, exaustiva e chata. Martela sempre com a mesma coisa, a mesma ladainha. O tal estado estatizado. Ora, na visão tucanóide, o estado tem que ser privatizado.

Se os neo-demotucanos fossem inteligentes, ao menos seguiriam a máxima de Adam Smith (um dos pais do liberalismo) e diriam que se o estado tem que sair da vida das pessoas, pelo menos, que não cobrasse impostos.

Mas claro que isso vai contra a lógica do demotucanato. O estado não deve estar presente na vida das pessoas, mas quanto a cobrar impostos, desde que não seja dos ricos. Só dos pobres.

Ou já esqueceram que durante o reinado de FHC a carga tributária aumentou na mesma proporção que as fiscalizações, ações da Polícia Federal, ação de Agências Reguladoras e etc, baixaram? Ou já esqueceram que para os mais abastados a carga tributária diminuiu, mas para os pobres ela aumentou?

Na visão de Serra e seus lacaios, o estado não pode ser estatal. Tem que ser privado. Ou não foram os amigos que fizeram parte das maravilhosas concessões e privatarias que quase zeraram o patrimônio público nacional?

O que quer esse Serra? Que Brasil este senhor prega para o futuro?

Aquele do último a sair que apague a luz?

Sem dúvida.

O discurso de Serra é pobre e infundado. Só agrada aos companheiros de pirataria do herário.

"República dos Sindicalistas" é a nova expressão de efeito da tucanolândia. 

Pessoalmente não sei se ela é pior ou melhor que a "República da Privataria".


Clique aqui para ver que o estadinho não se acanha em fazer editorial contra Lula.
Clique aqui para ver Dunga detonando a Globo.
Clique aqui para assistir o vídeo do Cala a Boca Galvão.
Clique aqui para ver Reizinho Serviçal ficando chateado com Amorim.
Clique aqui para ver que o Vox Populi diz que Dilma pode vencer já no primeiro turno.
Clique aqui para ver que a Folha livra a cara do Serra de toda forma.
Clique aqui para ver com Zé Chirico é amado por todo lugar onde vai.
Clique aqui para ver que o Financial Times não acha São Paulo a maravilha que Nosferatu faz crer.
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O ESTADÃO E SEU EDITORIAL CONTRA LULA

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É uma beleza, divertido mesmo ver a imprensa nacional, cega de um olho, espumando pela boca e tendo convulsões com o fato de Dilma estar totalmente apta a vencer já no primeiro turno. Na tucanolândia isso é inadmissível. Como assim perder 3 eleições presidenciais em seguida?

Algo precisa ser feito!

Mas a mídia descarada se esquece que o povo não tem a memória tão curta, quanto adora apregoar. Parece que para o desespero demo-tucano, o povo brasileiro já não é tão burro quanto seria bom que fosse.

Neste editorial, que fazemos questão de reproduzir na íntegra, tamanha a estapafúrdia seletividade da amnésia sofrida pela imprensa (que só lembra do que Lula faz, e nada sobre o que os "outros" fazem), o estadinho de São Paulo se supera. 

Mas convenientemente desrecorda de falar que uma tal reeleição foi comprada a peso de ouro no Congresso nacional. Também não lembra de uma certa Sabesp fazendo propaganda no Brasil inteiro, nem de partidos de aluguel veiculando a imagem de Serra em todas as aparições, coisa que a lei eleitoral, proíbe.

É por isso que Serra vai perder as eleições. Porque achou que tendo o controle da imprensa, bastava.

Como sempre fez a direita brasileira, se substima a capacidade de percepção de uma nação toda, supondo que os tais formadores de opinião (eles mesmos se julgam assim) podem conduzir absolutamente tudo para onde quiserem.

Bem feito. É o que merecem pela arrogância.

Leia o editorial e se divirta:

"Luiz Inácio Lula da Silva entrará para a história das eleições presidenciais brasileiras sob o Estado Democrático de Direito pela desfaçatez sem paralelo com que se conduz. Ele não apenas colocou os recursos de poder próprios do cargo que exerce à disposição de sua candidata ? escolhida, de resto, por um ato de vontade imperial ?, como ainda assume ostensivamente o abuso e disso se jacta.

A demolição das leis e das instituições destinadas a separar Estado, governo e campanhas políticas não se fez em um dia. Lula começou a pensar no segundo mandato, e a se guiar rigorosamente por essa meta, mal tirou a faixa recebida do antecessor em 1.º de janeiro de 2003 ? se não antes. E começou a pensar no nome do sucessor, e a subordinar a administração federal aos seus cálculos eleitorais, tão logo descartou definitivamente, decerto ao concluir que se tratava de uma aventura de desfecho incerto, a possibilidade de um terceiro período no Planalto.

Depois que os dois grandes escândalos do lulismo ? o mensalão e a perseguição a um caseiro ? excluíram da lista dos presidenciáveis do presidente os cabeças de seu governo, José Dirceu e Antonio Palocci, a solitária decisão de lançar a candidatura da ministra Dilma Rousseff, com experiência zero em competições pelo voto popular, embutia uma consequência que só o seu patrono poderia barrar. Desde que, bem entendido, tivesse ele um mínimo de apreço pelos valores republicanos dos quais fala de boca cheia.

A consequência, evidentemente, era a conversão do Estado e do governo em materiais de construção da campanha dilmista ? numa escala e com uma intensidade que talvez fossem menos extremadas se o candidato se chamasse Dirceu ou Palocci. Diga-se o que se queira deles, um e outro têm bagagem partidária e milhagem na rota das urnas bastantes para não depender, tanto quanto Dilma, do sistemático abuso de poder do chefe (ou, no caso dela, chefe e criador). Em outras palavras, a fragilidade eleitoral intrínseca da ex-ministra clamava pelo vale-tudo para ser neutralizada ? e não seria Lula quem deixaria de fazê-lo.

Assim que ele bateu o martelo em seu favor, aflorou no mundo político e na imprensa a questão da transferência de votos. Seria o mais popular dos presidentes brasileiros capaz de eleger a candidata tida como um poste? Seria o seu formidável carisma suficiente para impedir que ela naufragasse por seus próprios méritos, por assim dizer? Perguntas pertinentes ? e enganadoras. Do modo como foram formuladas, tendem a fazer crer que os eventuais efeitos, em 3 de outubro, do poder de persuasão de Lula independem da sua gana de atrelar o comando do Executivo aos seus interesses eleitorais.

É bem verdade que Lula chegou lá da primeira vez (na quarta tentativa) concorrendo pela oposição. Mas, em 2002, o desejo de mudança que ele encarnava provavelmente prevaleceria ainda que o então presidente Fernando Henrique, com a mesma falta de escrúpulos que o sucessor exibiria, transformasse o seu gabinete em quartel-general da campanha do candidato José Serra. Agora, chega a ser intrigante, nas análises políticas, a dissociação entre o uso da popularidade de Lula e a sua desmesurada desenvoltura em entrelaçá-lo com o abuso de sua posição.

Não foi por falta de aviso. Já não bastassem as transgressões que cometia ao carregar Dilma nos ombros presidenciais para cima e para baixo, ele anunciou no congresso do PT, em maio passado, que a sua prioridade este ano ? como presidente da República ? era eleger a sua protegida. Para quem tem a caradura de escarnecer tão desbragadamente do decoro político elementar, nada mais natural do que proclamar que sabe que transgride a lei e nem por isso deixará de transgredi-la.

Foi o que fez anteontem em um evento oficial na sede temporária do governo, numa dependência do Banco do Brasil. "Eu nem poderia falar o nome dela (Dilma) porque tem um processo eleitoral", reconheceu, "mas a história (da alegada atuação da ministra no projeto do trem-bala) a gente também não pode esconder por causa de eleição." Sob medida para os telejornais e o horário de propaganda.

Perto disso, que diferença fará uma multa a mais? "

Clique aqui para ver que Serra não liga de lotear o Estado, desde que seja para os amigos.
Clique aqui para ver a mãozinha que o Ministério Público dá para Serra.
Clique aqui para ver o FHC dizendo que o Serra perdeu.
Clique aqui para ver que a Globo esqueceu que ajudou a ditadura.
Clique aqui para ver que se o Ibope aponta Dilma na Frente, é porque ela está mais ainda na frente.
Clique aqui para ver que o demo é vingativo, e estrepou o Álvaro Dias.
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quarta-feira, 14 de julho de 2010

ESTADINHO DESQUALIFICA DILMA

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Ao ler a manchete de que Dilma inaugura seu comitê em "ato sem brilho", o que se imagina?

Ora, que a coisa estava morta, não tinha ninguém pra prestigiar, que foi um fracasso. Todos saíram dalí de cabeça baixa e foram pra casa se afogar em uns copos de uísque.

Pensar tudo isso seria o lógico. Porém, seria incorreto, já que a distorção promovida pelo uso das palavras pelo estadinho, intenta somente desqualificar.
Ao ler o conteúdo da matéria, você se dá conta que o tal "ato sem brilho" se refere ao fato de a lei eleitoral não permitir por exemplo, os showmícios e os espetáculos eleitorais. Nada tem a ver com o prestígio de evento, que aliás, foi bem concorrido.

Sabedores que a maioria dos mortais lê somente as manchetes, seja na internet, seja na banquinha de revistas, a mídia brasileira abusa da manipulação das letras. A manchete é uma coisa, a história da notícia é outra.

E assim segue a banda. Desqualificando Dilma e qualificando Serra.

Mas é um fato concreto outra notícia que deu o estadinho. Que  um jantar para Dilma reuniu o dobro do pessoal esperado. Significando dizer que segundo números do próprio jornal, pouco mais da metade dos congressistas brasileiros estiveram presentes no ato de apoio. Muitos inclusive, da teorica base de apoio a Serra.

São os ratos abandonando o navio da candidatura tucana. 

Os ratos e os financiadores. O comboio demo-tucano não empolga nenhum empresário normal, nem os estimula a doar pra campanha mais do que as  verbas protocolares (aquela que destina dinheiro pra todos os candidatos pra não ficar feio na foto depois, se outro vence).

Serra está irritado nos últimos dias. Foi sua teimosia e arrogância que deixaram as coisas nesse pé. 

Se ele não tivesse tentado fazer Aécio de idiota, talvez tudo fosse um pouco diferente. Mas tentou e Aécio deu o troco, mostrando que é muito mais espero que nosferatu.

Agora Serra precisa se contentar com o Índio e uns espelhinhos pra ver se consegue ludibriar os eleitores.

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

GRUPO ABRIL É O SEGUNDO EM EDUCAÇÃO

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Como uma equipe de futebol campeã faz para ter bons jogadores a um custo muito baixo?

Categorias de base. 

Pega o garoto, por um salário modesto, casa e comida, dá o suporte futebolístico em troca do passe e se tudo der certo, da alma do menino.

Exagero meu. Hoje em dia não se comercializa mais a alma. A lei não permite mais a escravidão do jogador.

A alusão não é uma simples alusão. Como fazer para criar adultos imbecis e com a visão da realidade distorcida? Ensine-os errado. Básico assim.

Pegue uma criança na escola e lhe venda um mundo de cabeça para baixo, onde os bonzinhos são aqueles que você adora e os maldosos são os que você odeia. 

O Grupo Abril, que não tem nada de besta, está fazendo exatamente isso. Tratando de seu futuro plantel. 

O ramo da educação é muito rentável. Mas esse não é o principal motivo para entrar nele.

Basta lembrarmos dos chiliques que tiveram quando as apostilas usadas em algumas escolas públicas ensinavam a história verdadeira, e não da maneira tacanha que a direita nacional gosta de fazer crer que tenha sido.

Do mesmo jeito que o McDonald´s faz questão de pegar os muito jovens. Se doutriná-los adequadamente, terá comedores de sanduíche de isopor por uma vida toda. Melhor negócio não existe.

Agora é com o zé povinho e a classe-média. Quer ter um filho alienado ou um não alienado?

Dependendo da resposta, você matricula ou  não seu rebento numa escola que tenha o conteúdo didático fornecido por essa fabulosa fabricadora de realidades virtuais. Além de consumirem os produtos que levam a ideologia que aprenderam na escola, serão seres de papel, controlados por uns cordões pendurados.

A Abril fornecerá conteúdo pra escolas públicas e privadas. Alguém lembra do fiasco das apostilas do Serra, cheias de palavrões e suprimindo países da América do Sul?

Isso é só o começo.

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MICK APÓIA SERRA



É sabido no mundo todo que Mick é um cara que sabe escolher a quem dá seu apoio político.

Tony Blair é um exemplo.

Como não poderia deixar de ser, engajado que é, também tem seu preferido para as eleições brasileiras...

O "polvo" agradece.

Clique aqui para ver sobre a multa aos Amigos do Presidente Lula.
Clique aqui para ver como a tucanagem adora a democracia.
Clique aqui para ver que tipo de imprensa é tolerado pela nossa, imprensa.
Clique aqui para ver o que Reizinho acha sobre Israel, que sempre está certa.
Clique aqui para ver as patéticas capas da Veja sobre as chuvas no Rio e em SP.
Clique aqui para ler sobre o mundo encantado da tucanolândia. 
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ÍNDIO DIZ QUE É MAIS EXPERIENTE QUE DILMA

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No cenário político que se antecipa a uma eleição, o mais bacana é perceber o amontoado de idiotices proferido por todos.

Em uma análise superficial do eleitorado, acreditam alguns políticos que todo mundo é estúpido até que se prove o contrário.

É uma das poucas explicações convincentes para o fato de por exemplo, nossa direita estar absolutamente perdida desde 2002. Ela não sabe se reciclar, não sabe mudar o rumo da prosa.

A direita brasileira é burra e paquidérmica. Não consegue olhar adiante nem ver seus próprios erros. Não consegue perceber o que a direita européia já se deu conta há muito tempo: É preciso mudar o pensamento e acima de tudo, é preciso mudar de atitude.

Serra com seu trololó infindável, não convence nem a própria mãe de que seria um Presidente bom para o Brasil. A cada dia que passa, seja em uma entrevista televisiva onde ao menor sinal de enfrentamento ele solta os cachorros sobre a impensa que lhe é sempre dócil e camarada, seja num discurso público, onde ele deixa claro que nada está claro. Tudo depende da platéia. Se for para gente de fora, ele diz que vai vender o país. Se for para gente de dentro, ele diz que vai virar um comunista de carteirinha.

Serra não tem conteúdo. Seu vice é uma piada.A mídia está perdida.

Trocando em miúdos, cada um atira para um lado. E o fogo amigo lhes atinge todos os dias. É a mera disputa pelo poder, onde fica estampado que um projeto de país não existe na agenda da direitona brasileira. Eles passaram tanto tempo simplesmente mandando e dasmandando, fazendo a farra do boi com o patrimônio público, que nunca começaram a se preparar para fazer política de verdade.

O preço agora chegou e está sendo cobrado em altas cifras.

O PSDB vai minguar até se tornar mínimo e o DEMo vai desaparecer do mapa depois das próximas eleições. A Gestapo brasileira vai ter que pedir socorro em outra legenda e o ideário ausente de idéias da direita nacional vai ter que começar a ler algum pensador pra ver se encontra um rumo.

Afinal, com as idéias patéticas que temos visto sairem da boca de Serra e do Índio, até o gibi da Turma da Mônica seria mais instrutivo do que a cartilha desses partidos.

O que mais chama a atenção é o fato de pensarem que o brasileiro em suma, é imbecil desde o nascimento.

A imagem acima é uma reação de um leitor do estadinho à frase do Índio, onde afirma que tem mais experiência que Dilma. Que experiência, cara pálida?

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domingo, 11 de julho de 2010

OS LEITORES DE VEJA



Houve um tempo, até quase uma década atrás, o mundo brasileiro era mais ingênuo. Acreditava em monstros de 7 cabeças, fadas, duendes e caçadores de marajás.

Batendo nas portas das eleições de 2002, quando o sapo barbudo Lula deu uma surra  no bonzinho Serra, as publicações nacionais espumavam pela boca e desfiavam seu ódio incontrolavel pela esquerda mundial. Fosse ela em Cuba, nos Estados Unidos ou no Brasil.

Os editores de capas da revista Veja tinha orgamos multiplos ao trazer ao mundo suas perolas. Eram festejados nas redações e recebiam tapinhas nas costas dos chefes. Não passava disso, naturalmente. Direita que é direita não recompensa adequadamente seus empregados. Vassalo é sempre um vassalo, inclusive na editora Abril.

Muitos desses capachos em forma de empregados deixaram seus postos. Outros ficaram. 

Mas as idéias e a criatividade foram minguando na mesma proporção de seu poder de persuasão. Era a morte do discurso da direita, sepultado pelos novos tempos mundiais quando até os EUA elegem um homem que não coaduna com o pensamento de Hitler.

Enquanto o cidadão comum consegue verificar com uma rapidez impressionante que o trololó da campanha tucana começou de novo, onde se precisa criar um monstro inexistente para se propor a cura através dos bem intencionados tucanos-supremos-sapientes-governantes; as redações vão ficando sem discurso.

Não tem muito o que dizer afinal de contas, o zé povinho já notou que Lula não era radical, nem ninguém do PT vai tomar as casas de quem as possui. O ideário comunista leninista morreu na antiga União Soviética, mas sobrevive nos recôncavos dos cérebros atormentados dos remanescentes da direita brasileira. 

É como um assassino que vem a ser permanentemente chicoteado pelos fantasmas daqueles que tirou a vida.

Mas dizer isso também é tolice. 

Ninguém na redação da Abril é ingênuo. Sabem muito bem que não existem  radicais no PT. Se há algum exemplar de radicalismo esquerdista no país, debandou para sublegendas como o PSOL e o PSTU. Mesmo assim, com muito mais cérebro do que os "coerentes e bem intencionados" representantes  da direita. Mas não é o que quer fazer crer a Veja, em seu discurso insano.

Tanto ódio tem um bom motivo. Ficar sem as verbas do governo FHC tem sido desastroso para a grande imprensa brasileira. É difícil manter uma publicação cara quando os anunciantes fogem de medo de serem associados ao pensamento da Gestapo e os leitores se recusam cada dia mais, a comprar os idearios da SS reeditados no Brasil. Ou seja, o leitor ordinário já percebeu que a mídia brasileira simplesmente odeia o PT pelo singelo motivo de que não consegue mais ganhar tanto dinheiro de modo tão fácil como conseguia antes. Desaparecendo os leitores desaparecem os aunciantes, ficando só aqueles cujos produtos verdadeiramente independem de ideologia. Ou se dependem, são comercializados entre brancos com renda mensal muito alta.

Trocando em miúdos, sem anunciantes, sem leitores e sem verbas públicas, não há mesmo quem resista.

Veja realmente é um caso a ser estudado em consultório psicológico. Ela se tornou um panfleto tão descarado do fascismo, que virou piada até entre seus leitores. Ex-leitores, aliás.

Ao abastecer o carro na manhã deste domingo, este escriba se deparou na fila do caixa com dois senhores que esperavam para pagar suas contas no posto de gasolina. Na gôndola perto da registradora, exemplares de diversas publicações da Abril. Entre elas a Veja da foto acima. Um dos velhinhos, dono de uma reluzente Hyunday Veracruz, pegou a Veja, mostrou para o colega e riu. Perguntou ao outro se a Veja achava que todo mundo ainda era burro.

A resposta para a questão é muito clara. Sim, a Veja acha.

E não se deu conta que fala para cada vez menos pessoas.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

TSE (SÓ) MULTA DILMA

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A Justiça Eleitoral partidarizada é a melhor coisa que pode acontecer a um país que se pretende democratico Ela acaba com a liberdade de expressão de uns, e permite a de outros. Esta é a melhor democracia que pode existir.

O sabor é a conveniência ideológica.

Nesta singela manchete do site tucano UOL, da Folha, vemos que o TSE aplicou multa em Dilma e em Temporão por uma propaganda antecipada.

Segundo o sítio da tucanolândia, a justificativa do Ministro do TSE foi a seguinte:

“[Por ter feito] menção à continuidade dos trabalhos do governo, ela acabou por se apresentar ao eleitorado como aquela que dará continuidade ao atual Governo Federal e às suas supostas realizações" (clique aqui para ler a nota).

Até aí, tudo bem. O Ministro não está errado.
Mas e a propaganda antecipada da tucanagem? E as intensivas aparições do Zé Chirico no programa do PPS e do DEMo, mesmo sendo proibido?

E as propagandas da SABESP por todo o Brasil, mesmo sendo ela uma empresa humildemente paulista, apenas para enaltecer uma suposta obra do "Governador" de SP?

E Serra dizendo em todos os seus discursos, que ele vai fazer o que este governo não fez? Ora, Dilma não pode num discurso falar que continuará o que Lula faz. Mas Serra pode dizer que fará o que ele não fez.

Muito isenta nossa análise jurídica.

Muito isentos nossos procuradores eleitorais, que oferecem as denúncias. 

Parece que "procuram" apenas em alguns lugares, não em outros.

Outro dia, o blog Os Amigos do Presidente Lula foi multado pela tal propaganda antecipada. Outros blogs tucanos, como o que vemos no destaque, passam ilesos.

Mas claro, isso não é aparelhamento de órgãos públicos em prol de alguém. Claro que não.

"Aparelhar" é coisa do PT e seus safados. A tucanagem não faz nada disso.

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

SÃO PAULO NÃO É NOVA IORQUE

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Existe um desejo secreto na mente do paulistano convencional. Ser cosmopolita.

Não que São Paulo já não seja. Mas a ânsia da capital da tucanolândia é ser igual, especificamente, à Nova Iorque.

Isso é fácil de notar em diversos aspectos da cidade. 

E se mostrou escancarado nesta noticiazinha perdida no UOL, o site oficial  da tucanocracia. O editor citou rapidamente a grande maçã americana. 

Taxis com propaganda existem em muitos lugares do planeta. Mas SP não quer qualquer lugar. 

"Como em NY", diz a manchete. 

A vassalagem de uma certa parcela da população ultrapassa os muros da fronteira. E se direciona a uns poucos lugares no mundo. Nova Iorque é o mais usual. Na tucanolândia a palavra de ordem é ser submisso aos interesses dos ricos e famosos. E sendo submisso, o melhor lugar ao qual se entregar é a grande cidade americana.

Você pode dizer "é exagero da sua parte. A notícia apenas usa NY como comparação, por ser conhecida.".

Mas não é exagero. É coisa psicológica. É um fenômeno da classe média paulistana. Aquela que anda com adesivos em inglês colados no carro.

Uma manchete dessas passa despercebido na maioria das vezes. Mas o querer ser NY está estampado na testa da maioria dos paulistasnos de classe média. Nada de querer desenvolver um modelo próprio. A questão da submissão é justamente, emular o copiado. Ser igual. Andar igual, falar as mesmas coisas, ter preocupações da mesma natureza.

Só que lá é lá, e aqui é aqui. Nova Iorque não quer ser Tóquio. Mas SP quer ser Nova Iorque. Não quer ser Tóquio nem Paris. São Paulo quer ser Nova Iorque. E ninguém quer ser São Paulo. O Financial Times já disse que a cidade é um horror. 

Ou seja, é mais chique ser americano. 

Ser brasileiro é brega. Não tá com nada. Nunca esteve. Ser brasileiro só na Copa do Mundo, e olha lá. Depois que ela passa e não veio o título, todo mundo taca fogo na bandeira do país.

Clique aqui para ver o desespero do Estadão para dizer que Dilma não está empatada.
Clique aqui para ver Petkovic defendendo o socialismo e deixando Ana Maria Braga com cara de planta.
Clique aqui para ver o tolo Estadão falando para a meia dúzia de assinantes que tem.
Clique aqui para ver que o Globo acha que é melhor o país parar de crescer.
Clique aqui para ver que nem Serra defende FHC.
Clique aqui para ver o tapa de luvas em "nazy" Casoy. Dilma samba com garí no carnaval.
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quarta-feira, 7 de julho de 2010

NA ARGENTINA, O FICA MARADONA

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Ok, ok. Dunga não é Maradona.

Não vem ao caso essa discussão. Mas o que importa é perceber a noção do contexto que o argentino comum tem do técnico da seleção de seu país, e a noção que o brasileiro tem.

Especialmente quando aqui, é uma televisão, uns comentaristas e um presidente de confederação que escalam os jogadores.

Cada um com seus interesses, que normalmente passam pelo direito (e pela grana) dos passes dos atletas.

E se o técnico ousar desafiar alguém, claro, terá a senteça de morte decretada.

Ganhando ou perdendo o título.

Mas não é segredo pra ninguém que a partir de um certo ponto, perder a Copa era a "punição" que o técnico insubordinado merecia. Afinal, ele era o "burro" que fazia a seleção voltar pra casa mais cedo. Curiosamente, na mesma fase em que regressou a Argentina, e muito depois do que voltou a Itália, por exemplo.

Talvez as coisas sejam diferentes no dia em que a tal rede de televisão que tenta mandar no Brasil, se recolha à sua insignificância, pressionada pela população, que não aguenta mais ouvir o "eu já sabia" gritado nos microfones.

Pelo que parece, mesmo a mídia golpista argentina deu muito mais crédito a Maradona, do que a golpista brasileira deu a Dunga.

Algo pra se pensar. Inclusive sobre nosso papel enquanto torcedores. Pois que não nos iludamos que na Argentina os interesses não tão honestos em relação à bola, não existem.



Clique aqui para ver o cala boca Tadeu Schmidt.
Clique aqui para ver Dunga detonando a Globo.
Clique aqui para assistir o vídeo do Cala a Boca Galvão.
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FHC CRIA CONSELHO POLÍTICO

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FHC é uma figura interessante.

Ele realmente não tem noção da imagem que passa, do que ele representa para o país.

Seu ego preenche um Maracanã reformado. Comparativamente é o mesmo que dizer que Serra não é truculento. 

Muito  cômico, até. FHC se olha no espelho e tal qual a rainha má, vê uma coisa que não corresponde ao real.

"Espelho, espelho meu. Existe alguém mais fabuloso do que eu?".

E é baseado em seu ego supersônico que ele resolve criar um Conselho Político para a campanha da tucanolândia. No fundo, talvez Serra quisesse dizer "some daqui", porque ele é uma bola de ferro atarrachada ao tornozelo e jogada num rio de piranhas.

Pra dar um ar de "menos pior" chamou o Aécio, o espertinho bon vivant de Minas que lhes deu um chapéu duas vezes. E fez bem, porque só o queriam em último caso.

É que Aécio passa um ar jovial e menos pilantra.

Passa esse ar. Não quer dizer que isso também corresponda com a verdade.

FHC ao fazer o tal Conselho Político acha realmente que alguém lhe dará ouvidos. FHC imagina que alguém verdadeiramente precise de suas ponderações. Ele se vê como uma grande estadista. E por isso, teria muito a contribuir.

FHC foi um grande estadista. Comparado a Collor. Mas muita água passou por debaixo da ponte política e econômica brasileira. Como nesta vida, tudo depende de com quê você compara, FHC está no limbro. É um daqueles casos em que se diz "ele poderia ter feito muita coisa, mas desperdiçou a oportunidade".

E pra piorar a situação, palermas de plantão já se prontificaram a também fazer parte do eminente Conselho. Boa parte deles do demo. A âncora eleitoral brasileira.

Clique aqui para ver a atrofia cerebral da Veja.
Clique aqui para ver que o Índio é mais experiente que a Dilma.
Clique aqui para ver a mãozinha que o Ministério Público dá para Serra.
Clique aqui para ver o FHC dizendo que o Serra perdeu.
Clique aqui para ver que a Globo esqueceu que ajudou a ditadura.
Clique aqui para ver que se o Ibope aponta Dilma na Frente, é porque ela está mais ainda na frente.
Clique aqui para ver que o demo é vingativo, e estrepou o Álvaro Dias.
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terça-feira, 6 de julho de 2010

MINISTÉRIO PÚBLICO ATACA OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

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O Ministério Público Eleitoral presta um novo deserviço à tal democracia quando pede a punição do blog Os Amigos do Presidente Lula.

Alega que fez propaganda eleitoral antecipada.

A hipocrisia da direita algumas vezes assusta. Basta andar nas ruas de uma grade cidade, por exemplo, pra ver carros pipocando de adesivos pró PSDB e seus candidatos. Blogs entopem a rede com o descaramento habitual da propaganda tucana sem que ninguém se manifeste.

A Sabesp anunciou em todos os Estados brasileiros as supostas obras do suposto Governador José Serra durante anos, anúncios pagos com dinheiro do contribuinte apenas pra enaltecer uma inexistente qualidade admnistrativa do senhor das gengivas.

Diversos partidos que não eram o PSDB veicularam ad nauseam as imagens de Nosferatu, somente para lhe dar crédito pelo que não fez.

E o Ministério Público Eleitoral, calou. Fez que não viu.

Mas um blog, que não é concessão pública, que não é financiado pelo Governo, e que faz a mesmíssima coisa que os blogs pró Serra fazem, não pode.

É o velho filminho dos xiitas da direita, que compõem as cadeiras do MPE, sendo revisto, ao mesmo estilo que já foi anteriormente. O intuito é sempre o mesmo.

Alguns podem fazer a campanha que quiserem. Outros não.

Clique aqui para ver o FHC dizendo que o Serra perdeu.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

A DITADURA E A GLOBO

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A lógica farsesca e patética do Globo chateia mais a cada dia. A sorte é que os leitores do mesmo jornal, diminuem na mesma velocidade.

Significando dizer que O Globo fala para meia dúzia de gatos pingados.

Para pouca gente ou não, é indisfarçável a maneira mentirosa sobre a qual, os globistas (ou seria golpistas?) debruçam suas análises e notícias.

Pelo tom da manchete, comentando que Lula se reunirá com o Presidente da Guiné Equatorial, até parece que o sapo barbudo adora ditadores.

Quem nasceu ontem talvez não saiba que o Globo foi aquele folhetim que manifestou em editorial, o apoio à ditadura e ao golpe militar de 1964 que mergulhou o Brasil em duas décadas de regime da bala, da tortura e do desaparecimento.

Diziam que era a melhor coisa que poderia acontecer no Brasil e, pasmen, AGRADECERAM aos golpistas pelo levante.

Quem nasceu ontem talvez não saiba também que o Globo batia palmas toda vez que os presidentes americanos tinham negócios com os golpistas e ditadores da África e da América Latina.

A quem o Globo quer enganar?

Crianças de 14 anos?

Bem, elas não lêem o jornal. E os velhos, muitos já se deram conta de quanto ridícula é sua linha editorial.

As organizações Globo, junto com a Folha e o estadinho, assinaram seu atestado de óbito quando resolveram enfrentar o governo de frente. Achavam que seria moleza.

Mas a direita brasileira nunca soube lutar ou fazer política. Ela nunca precisou se dar a este trabalho. Agora, como o Brasil e o mundo mudaram, estão mal das pernas.

Que pena dos golpistas.

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DEMOCRACIA TUCANA

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O partido mais democrático do país (aliás, o segundo, porque sabemos que o mais democrático é o DEMo) resolveu punir os políticos de sua legenda que compareceram a um ato pró Dilma na quinta, dia 1.

Claro que eles são brancos, então, que se entendam.

Mas a questão de fundo é, por que um político da tucanolândia paulista vai a um ato pró Dilma?

Porque sabe que Serra vai perder.

E como as eleições pra Prefeito são só em dois anos, esse cidadão teria que conviver com uma Presidente de outro partido por todo esse tempo. Sendo assim, não quer se complicar.
Senão, vai parecer que ele não acredita no Brasil. E como em política não existe ideologia, somente conveniência (ao menos é assim, no discurso da direita, que faz Serra apoiar ou desapoiar os programas do Governo Lula de acordo com o que fala a opinião pública), os prefeitos tucanos colocam um pé em cada canoa.

Mas esses ilustres senhores não são os primeiros. FHC também não aposta em Serra.

Os empresários do mesmo modo, não apostam em Serra. Aliás, nem o querem já que sabem que com ele, a economia regride dez anos.

A própria Folha já não aposta.

Ninguém aposta no Serra.

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domingo, 4 de julho de 2010

"GUARDADORES" DE CARRO EM CURITIBA

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Na capital dos paranaenses, onde se aprende desde criancinha que Curitiba é na verdade, um pedacinho da Suíça encravado no meio de Johanesburgo, o flagrante do desrespeito à lei, apenas 2 quarteirões de distância de um quartel da Polícia Militar.

De um dos lados de um bar tradicional da cidade, o valet que custa cerca de 15 reais deixa o automóvel em lugar não sabido. Este escriba tentou descobrir antes de largar seu carro, mas não teve sucesso. Resolveu então deixar na rua, mesmo.

Vinte metros de distância dalí, a espera dos clientes da happy hour, na rua, um bem público e teoricamente gratuito a todos,  os "cuidadores de carro" se agrupam para promover um achaque. 

"Bem cuidado do carro aí, tio?"

"Só 3 reais".

Curiosa a forma de "trabalho". Pra estacionar em um lugar que você desconhece, lhe cobram 15 reais. Pra deixar na rua, desprotegido, sem seguro e visivel a qualquer meliantes, lhe cobram 3 reais, na maioria das vezes, antecipadamente.

Vai longe o tempo em que o flanelinha se dava ao trabalho de limpar o vidro e no final esperar por uma contribuição, que podia variar de acordo com o bolso do proprietário do carro. Agora fazem preço e suas escolhas diminuem. Ou deixa no estacionamento particular, ou deixa na rua particular, loteada por quem não dá a menor bola para a lei.

Cobrar pelo uso de um bem público, sem estar autorizado para isso, é crime tipificado no Código Penal.

A polícia que está logo alí perto, nada vê.

Os organizados meliantes seguem impunemente ao longo das noites curitibanas. Os pontos de extorsão se multiplicam pela cidade.
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O ÍNDIO E A SUÁSTICA

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O lapso de coerência da manchete da Folha neste domingo não demonstra que seus jornalistas perderam o juízo (porque burros, eles não são) ao atacar o patrão José Serra. Mostram apenas que os donos da Folha defenestram a escolha do vice empurrada goela abaixo do tucanato pelos demos. 

A tucanolândia que queria a chapa puro sangue foi obrigada a aceitar o desconhecido Índio como candidato à segunda cadeira.

O jornalismo paulista não se conforma.

Haverá muito fogo amigo até as eleições, que deixam claro que no jogo da política, não existe fidelidade absoluta.

Mas o tucanato se aliou aos demos. Agora paguem o preço com a própria alma.

Índio não esconde a quê veio. Não esconde que de seus pensamentos, se consegue extrair o sumo do pensamento da mais retrógrada direita mundial. Resta-lhes apenas vestir a suástica.

Índio é a âncora que faltava pra grudar no pé de Serra. A candidatura já afundou e ele sepultou pra sempre sua carreira política. Só o Estado de São Paulo lhe aguenta. Daqui 2 anos ele volta pra disputar novamente a Prefeitura da capital paulista e ganha (afinal, paulistano gosta mesmo é do estillo tucano de governar).

Nacionalmente, tanto PSDB quanto DEM deixarão de ter representatividade. Sobreviverão apenas nas páginas da Globo, da Veja e dos jornalões quatrocentões.

O povo não lhes dá mais a mínima.

Eu mesmo jamais imaginei que veria isso em toda minha vida. O cidadão brasileiro dando uma banana para os imbecís da tecnocracia arrogante paulista.

Clique aqui para ver que o demo é vingativo, e estrepou o Álvaro Dias.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010

LULA E OS NORDESTINOS

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Falar da tosca pesquisa do DataFolha que diz que Serra está por um nariz na frente, é bobagem. É jogar gás carbônico na atmosfera.

Serra só ganha na Folha e no Ibope. 

Mas isso você já sabe. O mundo já sabe. É a "elite" brasileira falando pra ela mesma.

Então vamos nos concentrar na parte da pesquisa que diz que a popularidade de Lula nunca foi tão alta.

Pra bom entendedor, meia palavra basta. Até parece que 80% do povo aprovando Lula e sua gestão, apoiariam o candidato que promete fazer tudo em contrário.

Querer imaginar que o povo pensa assim, é muita estupidez da parte da nossa mídia. É supor que o cidadão é imbecil demais. Mas pouco importa. A mídia brasileira se perdeu na própria burrice. Ela fala apenas para ela mesma.

Em uma conversa de boteco, uma pessoa muito inteligente me disse hoje o seguinte, em razão da popularidade de Lula.

Estava essa pessoa em um aeroporto quando ouviu uma reluzente senhora, quem sabe do Higienópolis, assim dizer:

"Sou rica mesmo, quero me ver no Governo. FHC era rico e bonito. Eu não gosto de pobre. O Lula só é popular por causa dos nordestinos"

E o que meu interlocutor brilhantemente apontou é o contrasenso da nossa elite canhesca. Quando o nordestino votava em peso na direita, quando ele elegeu FHC e ACM , era obediente e bom. Dava até pra fazer alguma campanha de solidariedade para tirar-lhe o flagelo.

Agora que o coitado migrou para a esquerda, é um vagabundo. É vendido. É vassalo.

O nordestino só toma na cabeça no Brasil, mesmo. É bibelô de rico. É "cult" e aparece na Ana Maria Braga quando ela resolve descer ao inferno e visitá-lo em sua tapera. Fora disso, nada. Só tem que levar pau.

O conforto para quem não pensa assim, é que Serra, apesar da Folha e da Globo, vai perder direto no primeiro turno.

E as pessoas normais vão mais uma vez, pela terceira na última década, rir por último de nossa direita descabelada e desesperada.


Clique aqui para saber como é feita a vigilância ideológica de uma "certa" editora.
Clique aqui para ver o presidente do PT esculachando Serra com todas as letras.
Clique aqui para ver Aécio dando o troco na arrogância de Serra.
Clique aqui para ver que o PT também compra os sem-teto de SP.
Clique aqui para ver que o Globo não acha errado ter mansões nos morros. Só favelas. 
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

JESUS LUZ PRA PRESIDENTE

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A maldade do "cerumano" não tem limites. Ainda mais na política.

Um contato deste escriba confidenciou que esteve presente em uma reunião que antecedeu a escolha do vice de Serra, o tal Índio do demo.

No canto, encolhidas estavam duas jornalistas (assessoras de imprensa?) vestindo preto. Uma delas disparou: 

"O Serra é muito feio. Se ele for eleito Presidente, será o mais feio de todos os tempos. Até o Jânio era mais bonito do que ele"

A outra arrematou cheia de razão. "Isso não é nada bom para a imagem do Brasil lá fora. O Lula não é bonito, mas com a velhice ficou simpático, fofinho. Parece um bichinho de pelúcia."

"É. Mas o Serra não tem jeito. Nunca ví uma foto dele onde ele parecesse ao menos, razoável. Ele é feio pra car..."

Afora o momento caras da semana, isso não é um horror? Sem trocadilho, claro.

Uma delas, a que parecia mais tímida, bateu no ombro da amiga e disse. "Se fosse o Jesus da Madonna, eu votava nele agora."

Clique aqui para ver com Diogo e Reinaldo estão espumando de raiva.
Clique aqui para ver o que Reizinho acha sobre Israel, que sempre está certa.
Clique aqui para ver as patéticas capas da Veja sobre as chuvas no Rio e em SP.
Clique aqui para ver como Serra morreu com a desistência de Aécio para a Presidência.
Clique aqui para ver que Lula é um dos 50 que mudaram o planeta nesta década.
Clique aqui para ler a próxima ladainha da imprensa sobre o "problema" do Brasil.
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CANTENHEDE: MASSA CHEIROSA

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Imprensa isenta é isso.

Repare na satisfação da "Castanhede" em apresentar a convenção de seu partido do coração (e de seu marido, já que é marketeiro tucano), o PSDB. Ela quase chega ao clímax falando que a massa tucana é cheirosa. Nada a ver com os pobres e fedidos petistas.

Isso é a mídia brasileira. Isto é a Folha. A Folha fala para seus iguais. Não forma mais opinião. Apenas insiste no preconceito. É um grupelho de alienados de "elite", falando pra outros alienados que gostariam de ser da mesma "elite".

Isso sim, é democracia. Realmente, não dá pra "não ler" a Folha.



Clique aqui para ver que o demo é vingativo, e estrepou o Álvaro Dias.
Clique aqui para ver o que Reizinho acha sobre Israel, que sempre está certa.
Clique aqui para ver as patéticas capas da Veja sobre as chuvas no Rio e em SP.
Clique aqui para ler sobre o mundo encantado da tucanolândia.
Clique aqui para ver a criminalidade que a tucanolândia esconde do Brasil.
Clique aqui para ver que um Datafolha, Dilma empatou com Serra.  Daí acendeu a luz vermelha.
Clique aqui para ver como Serra morreu com a desistência de Aécio para a Presidência.
Clique aqui para ver que Lula é um dos 50 que mudaram o planeta nesta década.
Clique aqui para ler a próxima ladainha da imprensa sobre o "problema" do Brasil.
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INDIO VICE DO SERRA

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Falar sobre o chapéu fabuloso que Álvaro Dias levou do sempre prestativo José Serra, é chover no molhado. Isso ia acontecer cedo ou tarde.

Na realidade (e aí temos dúvida se Álvaro sabia dos planos do senhor de belas gengivas), Serra usou Dias só para dar um truco no demo. Era uma pressão diária, inclusive pela mídia. Mas difícil mesmo é saber se a tucanolândia realmente intencionava bater de frente com os pefelistas, os excluindo do jogo. O preço da traição seria caro, como é conhecido. O demo é vingativo.

Seja como for, corria a passos largoa a noticia de que Álvaro não iria durar.

Ontem nas surpresas rodas políticas, alguns perguntavam por qual razão o demo indicou um apessoa tão inexpressiva.

O motivo é tão simples e tão óbvio, que até causa estupefação. O tal Índio é desconhecido e portanto, seus podres também são. Ou, "supostos" podres pois claro, sabemos que demos não são corruptos. Isso é exclusividade de petistas salafrários.

Exceto um tal de esbarrão em uma questão de desvio de dinheiro de merenda escolar. Mas quem não tem podres que atire a primeira pedra.

Nos bastidores, o compararam a Collor. Pobre coitado, mal entrou no circuitão da política e já o jogaram na vala comum da corrupção grossa.
A direita brasileira se perdeu na última curva. Qualquer outro indicado seria um tiro no pé. Não tem um demo que não seja tão sujo quanto um pau de galinheiro.

Serra que já está cotado para perder feio no primeiro turno, teria uma âncora ainda mais pesada para carregar caso lhe escalassem Bornhausen, Abreu, Maia, ACM e correlatos.

Difícil explicar para a população por qual motivo um cidadão como esses elencados poderia desejar fazer algo construtivo para o Brasil.

Qualquer que seja a razão, a vaidade do demo jogou no precipício a remota chance da tucanolândia voltar ao poder.

Sorte do Brasil.

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Clique aqui para ver a criminalidade que a tucanolândia esconde do Brasil.
Clique aqui para ver que um Datafolha, Dilma empatou com Serra.  Daí acendeu a luz vermelha.
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