quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O QUE ISRAEL QUER DO BRASIL

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Na diplomacia mundial a qual estamos acostumados, pregada especialmente pelos EUA, existe uma bipolaridade. Ou se é pró Estados Unidos ou se é contra eles. Inventaram essa ladainha durante a Guerra Fria porque inventaram de dividir o mundo em dois feudos. O que a América mandava e o que a União Soviética mandava.

Então o resto das nações tinha que ir, como gado, para um lado ou para outro do pasto.Os donos do curral não aceitavam vacas que preferissem ficar no meio

Na América Latina, curral dos EUA eramos tratados como a escória do mundo, um completo lixo.Os americanos vinham pra cá, tiravam presidentes financiando golpes de estado de direita e assim, conseguiam o alinhamento dos países aos seus propósitos imundos. Não foram poucos os padres católicos assassinados por agentes da CIA ou mercenários treinados por eles, só porque davam abrigo a um povo que lutava contra a opressão. Todos os países da região sofreram com isso.

E o Brasil seguia sua linha bovina até pouco tempo. O que a América mandasse, nosso Presidente fazia. Não foi a toa que Celso Laffer, ex Ministro das Relações Exteriores de FHC tirou os sapatos no aeroporto para poder entrar nos EUA, mesmo gozando de imunidade conferida a um diplomata. Até lí outro dia algo escrito por um cidadão inconsciente, que se tratava de respeito à América. Verdade suprema. Respeito à América e desrespeito ao seu próprio país. Coisas como essa, na diplomacia são consideradas submissão e humilhação. A mesma coisa que sair do Brasil o dirigente máximo do país, e ir para fora falar em outra língua. Isso em diplomacia significa que você dá mais valor aos costumes do outro do que aos seus próprios.

Vassalagem era a tônica do Brasil até 2003.

Eis que agora Shimon Peres de Israel, vem dizer que o Brasil devia tomar uma posição sobre EUA ou Irã. Na realidade, ele quer dizer posição entre Israel ou Irã. já que os EUA só fazem o que Israel manda. A nação mais poderosa do mundo come na mão de um pequeno país fundamentalista do Oriente Médio. Nem Obama mudou um centímetro dessa política ridícula que os donos do financiamento de Washington (judeus americanos) impõem à Casa Branca.

Shimon Peres que espere mais quatro anos, ou oito para fazer de novo esse pedido. Ele pensa que nossa diplomacia e nossa Presidência  ainda estão na época dourada de Don Fernando, onde tudo o que era pedido, era prontamente atendido.

O Brasil está se lixando para a questão árabe-israelense. Isso é uma guerra deles, por motivos que só interessa a eles e aos Estados Unidos. Não queiram nos meter nesse embrulho. Nossa diplomacia não precisa tomar partido e sinceramente se for tomar, optará pelo lado que está levando mais pauladas no momento. Afinal, basta considerar o que Israel faz com a Palestina. O mesmo que Hitlher fez com os judeus. Na América do Norte, nenhuma palavra sobre isso. Os poucos que se levantam quanto à questão, são defenestrados e ridicularizados na imprensa. A tal "imprensa livre" americana.

Somos um país pacato e queremos tão somente comprar e vender produtos por aí. Agora, se tiver que decidir quais países têm direito a ter bomba atômica, nossa diplomacia já deixou muito claro, sim. Perez não viu ou fingiu que não viu com seu discurso lenga lenga publicado no Globo (onde claro, o repórter Carlos Alberto Sardenberg não tem colhões pra fazer pergunta alguma que realmente valha a pena). Se tiver que dizer quem pode ter a bomba, a posição brasileira é clara. Sim, o Irã pode ter. Por qual razão EUA e Israel podem e o Irã não pode? Porque a América do Norte continua achando que o mundo é seu quintal e assim deverá continuar?

Pra variar, nossa imprensa, ao cobrir fatos como esse, e ter a boa oportunidade de falar com o Presidente Israelense, poderia ter feito jus ao título de imprensa isenta, que tanto se vangloria aqui no Brasil. Mas claro que não. Sardenberg aproveitou a viagem paga por Israel para se fazer de pagem para a política internacional. Tudo em troca de uns dias no hotel e umas comidinhas.

Vassalagem pior, não existe.

Nos links abaixo, mais demnstrações comuns da isenção da nossa imprensa:


Clique aqui para ver a Veja entregando o jogo.
Clique aqui para ver outra de Reinaldo Azevedo.
Clique aqui para ver mais outra cômica do insano Reizinho..
Clique aqui para ver a Globo escondendo um protesto contra o Serra.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

FEIOSA VASCONCELOS E O VELÓRIO NO BOM DIA

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Existe um termômetro informal que dá conta do que vale e o que não vale a pena prestar atenção na imprensa brasileira. Se aquele assunto que no seu íntimo você acha que nem foi grande coisa, ganha cara de velório no Bom Dia Brasil, pode ter certeza de que realmente você está certo. O assunto é uma furada. 

É mais uma das tentativas grosseiras e constantes da Globo fazer o mundo acreditar que o Brasil não passa de um lixo e todos do governo não prestam. Desde que esse governo seja de esquerda, claro. Se for do grupelho de amigos que dão suporte à imprensa vagabunda instalada no país, daí tudo bem.

A feiosa da foto, Renata Vasconcelos é expert nisso. Um bom exemplo se pode conferir nesses dias com a história do ENEM. Um negócio que pode muito bem ser resolvido na tranquilidade, refazendo as provas da meia dúzia que foi prejudicada e pronto. Mas não. Ela, com seu rosto peculiar e sua boca de Angelina Jolie insiste em nos fazer crer que o Brasil está a cinco minutos de cair num precipício.

Não lembra (porque não lhe compete pensar) que foi a própria mídia quem vazou criminosamente o ENEM do ano passado. E que continuou vazando este ano. Acontece que no Brasil, sabemos que a imprensa pode tudo. Seus carros circulando pela cidade têm a mesma prioridade que os bombeiros ou viaturas da polícia. Eles são o gás da Coca-Cola, é por eles que o mundo gira.

É um misto de falta de assunto com desinteresse por aquilo que é público. Se não temos uma boa história, vamos usar isso mesmo e vamos carregar nas cores. É assim na entresafra do futebol, quando não tem rodada e há muitos programas esportivos pra preencher. Fazem firula, inventam notícia, fabricam desentendimentos entre técnicos e diretorias e jogadores. É a mesma coisa na política. Como sra. Leitão  (colega não tão bonita quanto a moça da foto) precisa trabalhar todo dia, montam picadeiros em Brasília (que já tem os seus) e fazem o povo de palhaço.

A sorte é que sra. Vasconcelos é linda. Então, tudo o que precisamos fazer pra não ficar irritados desde cedo, é ligar no jornaleco da Globo e tirar o volume da tv. Renata fará cara de choro mas você vai poder pensar que é justificado. Poderá imaginar que ela está fazendo isso por sua causa, que recusou o convite dela pra jantar ontem à noite.


Clique aqui para ver que a imprensa comete crimes e não acha errado.
Clique aqui para ver o mexicano dizendo para Serra calar a boca.
Clique aqui para ver a ladainha da CPMF inventada pela imprensa.
Clique aqui para ler sobre a disputa de poder no PSDB.
Clique aqui para ver que querem repensar o PSDB.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

VIDEO: DILMA E SERRA CANTANDO

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Alertado pelo amigo Jahnsen, vejo que entre todas as pessoas com tempo disponível para fazer coisas sobre eleição e jogar na internet, essa me parece ser uma das mais espirituosas.




Clique aqui para se divertir com o Zé Tiririca.
Clique aqui para ouvir Boris e Mitre desfiando seus rosários.
Clique aqui para ver Lula falando o óbvio. Que a imprensa tem partido.
Clique aqui para ver programetes que a tucanolândia tem soltado, por aí.
Clique aqui para assistir ao vídeo onde Dilma esculacha a Folha de S. Paulo.
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RICHA QUER REPENSAR O PSDB

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Existe um ditado na política que fala assim: "vamos mudar para que nada mude".

Durante anos nossa política central e a periférica pensaram e agiram dessa forma. Melhor fazer algumas adequações do que perder tudo. É o caso do que está acontecendo com a tucanalha.

Agora com o rescaldo da retumbante derrota para uma pessoa que jamais concorreu a nada, os partidários de Serra, o mesmo grupelho que amarga a terceira trolha seguida, começam a verficar o que pode estar errado.

Bem, o que pode estar errado é simplesmente tudo. Especialmente a forma pela qual o PSDB passou a encarar o Brasil a partir do momento em que tomou o poder em 1994. Lotearam o país em feudos e distribuiram aos amigos do rei. Uniram-se ao que de maior já se inventou em termos de atraso (PFL), e rifaram a pátria.

Esqueceram que existe um componente importante. O povo. Nem todo mundo ficou feliz.

A tucanagem tratou a política como projeto pessoal e como vaidade suprema em ter o poder. Simples assim. Por isso o desespero em perder. O maior e mais brilhante exemplo disso foi justamente J. Serra, o pequeno (em caráter) ditador forjado em São Paulo. Serra obrigou a todos os seus colegas a aceitá-lo como verdade irrefutável, como o deus incrível, o iluminado. Seu tombo não poderia ser maior. Especialmente porque também foi empurrado por gente de sua própria laia, que não estava nada contente em ver como as coisas caminhavam.

Serra como Presidente seria ainda mais perigoso do que já é. Muitos tucanos, eles mesmos, tinham medo que isso acontecesse.

Esta foi sem dúvida a eleição mais suja da história. As consequências serão sentidas por muitos anos ainda. Agora o PSDB tem pressa e as correlações de força rapidamente se realinham. O Governador eleito do Paraná, Beto Richa é um dos que estará ao lado da facção liderada por Aécio. Sobrou pouca gente do outro lado pra contar a história.


Clique aqui para ver que a imprensa comete crimes e não acha errado.
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domingo, 7 de novembro de 2010

IMPRENSA VAZA O ENEM

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Se você fosse aluno do ENEM, saisse da sala durante a prova e fosse até o banheiro, tirasse seu celular do bolso e mandasse texto vazando o conteúdo da redação da prova, seria considerado cometedor de um ilícito.

Naturalmente é impossível ter um fiscal para candidato neste Brasil. Mesmo assim, a imprensa pega a exceção da exceção pra justificar sua gana ao teste. E já há algum tempo é assim. Não nos esqueçamos que no passado, quem vazou também o conteúdo da prova foi um jornalista.

O que ocorre? As regras são lançadas. Como não é possível fiscalizar absolutamente todo mundo, se observa a amostragem. E daí, quem for pego colando, um abraço.

Quem já fez qualquer concurso que seja na vida, sabe disso. Na grande maioria dos lugares você pode sim entrar com um celular ligado no bolso (já que a lei proíbe a revista). O que acontece é que se o cidadão é flagrado utilizando, ou se ele inventa de tocar, adeus prova.

Mas como dito, a mídia não se interessa pela lógica. Ela se interessa pela exceção à regra. Ela quer saber de dizer que o governo é incompetente para gerir até um exame de capacidade nas escolas. Assim, se tudo correr bem, podem privatizar até o exame ou finalmente, extinguí-lo.

O repórter que entrou na prova deste domingo com um celular e vazou o conteúdo nada mais é do que um hipócrita criminoso. Mas a imprensa acha que nesses casos, tudo é justificável. É a teoria da indução ao ilícito. Teoria aliás, proibida pelo ordenamento jurícido brasileiro.

O repórter é um criminoso e deverá mesmo ser processado. Mas se isso acontecer, espere para ver o carnaval que irão promover em pleno novembro.

Nossa mídia é como alguém na época das cruzadas. Tudo em nome de Deus. Inclusive matar. Aqui, só mudarão nome de quem será realizado a ilicituda. A imprensa no Brasil pode tudo.

Clique aqui para ler sobre o novo "cansei".
Clique aqui para ler que o estadinho mente, mais uma vez.
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sábado, 6 de novembro de 2010

A SERRA: "POR QUE NÃO SE CALA"

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O que se pode dizer de um homem como J. Serra? Burro ele não é. Sabemos disso. Não é ingênuo nem mal informado. Então por que ele faz as coisas que faz?

A resposta só pode ser uma única. Serra bateu com a cabeça e está variando já faz tempo. Afinal, qual a outra explicação para as coisas que ele diz?

Na campanha, cada dia dizia uma coisa diferente e contrária ao que havia falado na noite anterior. Se percebia que havia reação, ele desdizia. Disse que Lula ia mandar no governo de Dilma. Quando percebeu que era isso que o povo queria, correu pra gritar que Lula não ia mandar no governo de Dilma. Disse que ia acabar com o bolsa família. Disse que ia aumentar o bolsa família e colocar décimo terceiro. Serra disse tudo. Tudo o que se pode falar de tontería, Serra despejou nos ouvidos alheios.

Mas agora foi mesmo genial. Viajou até a França em um congresso progressista que discutia as relações da América Latina e a Europa, e nos preciosos e caros minutos que teve pra falar, soltou que o governo de Lula é populista de DIREITA!

Perdeu mesmo uma imensa chance de ficar quieto. De não ser visto como idiota.

Dá pra acreditar nisso? Lula poderia ser acusado de tudo, até de atear fogo em Roma, mas nunca de ser de direita.

Serra bateu a moringa e vaga por aí dizendo besteira. Mas é compreensível, pobre coitado. Após levar uma paulada nas urnas de uma pessoa que nunca havia disputado cargo algum, e ainda por cima, mulher (ele acha que lugar de mulher é na cozinha), ele está inconformado. Somando-se o fato de ter levado chute inclusive de seu partido e até de FHC (que disse que não apóia mais quem não defende o que ele fez), após ser abandonado pela Globo como o príncipe da oposição e da competência; tudo começa a ter um efeito perverso em sua cabecinha lustra.

J. Serra devia se internar pra tratamento. Daí não teria que ouvir um mexicano (veja bem, sequer era brasileiro ou do PT) gritando "porque no te callas?".


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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A NOVA CMPF

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Imprensa brasileira. Quem não te conhece, que te compre.

A vagabundagem da mídia nacinal não tem freio e sequer, está preocupada com isso. Um dia depois deste medíocre blog cantar a bola, a mídia pátria mostra para quê veio.

Óbvio que a história da CPMF iria ser usada contra Lula e contra Dilma. Sequer foram eles que pediram, mas não interessa, a imprensa vai fazer de conta que foi. Do mesmo jeito que não foi o Governo quem pediu a criação do Conselho Federal de Jornalismo, um órgão que viria a colocar alguma vergonha na cara da bandidagem travestida de jornalista.

Mas no Brasil, que se dane. O que querem é transformar tudo num circo. Palhaço mesmo nesse picadeiro é o alienado que continua lendo (e acreditando) no que o imprensalão tucano diz.


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LÍDER DO PSDB

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Eis que nesta bela sexta-feira nos deparamos com esta notícia curiosa do Poder Online. Se Aécio quiser a liderança do PSDB no Senado (e portanto, a liderança -ao menos, moral- da oposição), terá que "disputar" com Álvaro Dias.

Hm. Disputar?

Aécio é "o" escolhido para ser o próximo Presidente do Brasil, esperando apenas acabar o tempo de Dilma na cadeira. Ele não precisará sequer de eleições. É um fato concreto. Tão concreto quanto era o empoderamento de Serra. Quem não lembra da capa da fabulosa Veja com o Zé Chirico na capa e as letras garrafais "o Brasil pós Lula"?

Ou seja, Aécio não disputa nada com ninguém.

Mas Álvaro Dias fala uma coisa interessante na pequena entrevista que dá ao IG (veja). Ele diz que se Aécio tiver mesmo vontade, haveria um pequeno bate chapa. Mentira porque não haveria bate chapa algum. Álvaro faz parte do setor "babando de raiva" da tucanalha e Aécio do setor "marido da Barbie". Quem será que o imprensalão vai escolher pra fazer repercussão de qualquer projeto do governo no Congresso? Aécio, claro.

O que é verdade nas palavras de Álvaro é que Aécio pode muito bem não querer o cargo. Ele é estilo low profile. Mineiro tradicional ele come pelos flancos. Não vai querer ficar se queimando à toa. Aécio se for esperto ficará sentado no trono e só aceitará ser ouvido quando tiver que dar o voto minerva. Ele não é besta de ir para a rinha de galos que tem na Câmara Alta brasileira todos os dias (os poucos dias que eles trabalham, deixemos claro).

Deixará o fight para quem é menor que ele, para quem não é iluminado.

Álvaro poderá até se acostumar a dar entrevista todo dia pro Jornal Nacional dizendo que Dilma não presta. Afinal, todo mundo sabe que ele não vai além disso, mesmo. É inofensivo. Álvaro nunca vai ser Presidente nem será outra vez Governador do Paraná. Então, ele que fique com os holofotes.

Claro que tem a questãozinha da análise do PSDB sobre o caso. Como Álvaro é o representante dos babões raivosos e os babões raivosos perderam as últimas eleições, talvez a tucanolândia queira alguém incisivo, mas bonitinho ao mesmo tempo. Porém, pouco importa o que o partido quer. Agora quem manda é Aécio porque a facção paulista do PSDB foi pelo ralo junto com Serra e FHC.

Se Aécio quiser, vai estar apenas se desgastando. E ele é bem menos besta do que parece.


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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A MÍDIA E A NOVA CPMF

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Engana-se quem imagina que a imprensa vai dar o (mau) crédito aos governadores por causa da pretensão de ressurgimento da CPMF. Em menos de duas semanas essa será uma tática do "governo" e isso será encarado pelo imprensalão como a primeira mola a ser desgastada na administração Dilma.

Basta ver como o assunto foi tratado igual a um monte de abelhas no mel. A discussão foi despretensiosa, ninguém do governo sequer aventou a possibilidade, mas eles já estão construindo um fato passado. Ela voltará e pronto.

E pode até voltar. O detalhe é que não voltará pelas mãos do governo federal. Mas isso não importa para a mídia tucana. O que importa é colar em Dilma  a imagem de alguém que enganou o povo. Mal assumiu e já estará aumentando impostos.

Foi a mesma coisa com o fim do imposto. Todo mundo sério, inclusive analistas internacionais mostravam o descaso da oposição em extinguir a arrecadação em um momento daqueles, mas nem aí. Pintaram o Lula como o insensível que queria explorar o coitado da classe média em detrimento de tudo.

Estas são as armas da oposição que vai ser "séria" e "responsável" como disse o novo líder da turma do contra, o playboy de Minas.


Clique aqui para ver o Zé no top five da hipocrisia política.
Clique aqui para se divertir com o Zé Tiririca.
Clique aqui para ver como a Globo foi isenta na campanha eleitoral.
Clique aqui para ver como a mídia brasileira viu o golpe no Equador.
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ZÉZINHO FOI RIFADO

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Antes de tudo, convém dizer que nesta manchete, Aécio está sendo sarcástico. Muito sarcástico.

Este blog com dezenas de outros, já vinhamos dizendo há séculos que depois dessas eleições, Serra seria limado da vida política nacional. Ele ia ser convidado (ele já "recusou" em público) pra ser presidente de seu extinto partido. E isso ocorreu. Depois, ele seria deixado ao léo, pagando o preço de sua arrogância, internado em ostracismo dentro de seu próprio meio.

Serra foi agora oficialmente rifado da vida pública por Aécio Neves. O mesmo Aécio que Serra não agradeceu no discurso final de sua derrota. Aliás, discurso, não. Em sua ameaça. Ele disse que voltaria. Isso sim é uma coisa séria. Algo pra nos preocuparmos.

Foi largado até por FHC que disse que não endossa mais quem não defenda o que ele fez. Como se alguém estivesse ligando pro que FHC endossa.

Mas o dado concreto é que Serra, por causa de sua sede de poder, por causa de sua pisada em centenas de cabeças dos mais diferentes partidos, foi trocado como o queridinho da oposição pelo bon vivant mineiro. Tanto a mídia quanto seus colegas de política (mui amigos, que nem ele) vão deixá-lo secar no sol do meio dia nordestino, sem sequer, um minúsculo sombrero.

O processo de fritura serrístico se deu no minuto em que ele obrigou o PSDB  a aceitá-lo como candidato. 

Vai pagar o preço, bem caro, por sinal. O tamanho do tombo é bem maior em razão da altura que se está. E Serra pensava que estava no topo da cadeia alimentar. Seu ego sempre foi imenso.

No caminho dele tinha umas pedras. Essas pedras se chamam Aécio, Roseana, Ciro... todas as pessoas em quem ele já pisou um dia, e que esperavam ansiosas pra dar o troco.

Clique aqui para ver que o PSDB acha que Lula despreza FHC.
Clique aqui para ver Dilma esculachando a Folha.
Clique aqui para ver que como FHC, Serra também foi professor de Deus.
Clique aqui para ver que FHC surrupiou obra de um colega e disse que era dele.
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DEMO QUER MATAR O VICE



Cansados de tentar derrubar o Presidente, agora os demos querem derrubar o vice. Talvez assim, consigam arrombar a porta dos fundos e chegar na sala de uma maneira mais sorrateira.

Este é o resultado de um substitutivo do Senador Demóstenes Torres, o "Demostinho" a uma PEC que altera o status do vice no Brasil. Segundo o demo, o vice não pode mais assumir caso o Presidente morra. Ou seja, o vice está lá de enfeite e para quando o Presidente fizer alguma viagem. Se o primeiro ocupante bater as botas novas eleições deverão se convocadas. O vice fica só até o buraco ser preenchido.

Ocorre que não é assim que se faz. Isso torna ainda mais insignificante a figura de um cargo que é meio firulante no Brasil, mas já teve muita importância. Convém lembrar que na nossa história, muitos vices assumiram quando os primeiros morreram ou foram chutados no Planalto.

Para se fazer esse tipo de reforma, o resto precisa vir junto. É preciso então discutir a própria figura do vice e para quê serve o cargo. Pra começo de conversa esse tipo de proposta não poderia jamais ser discutida apenas no âmbito do Congresso. Isso deveria passar por consulta popular, porque na prática, tem a mesma relevância de assuntos como a volta ou não da monarquia, desarmamento, etc.

Novamente o demo quer fazer política sem o povo. O povo aliás, sempre foi irrelevante para um tipo de governo que manobrou a massa como bem entendeu.

A proposta em sí, não é boa nem ruim. Tudo depende de uma série de fatores, especialmente, do resto dos artigos da emenda, que não são conhecidos. O que é inaceitável é imaginar que isso seja algo para o que o povo não seja chamado a decidir. A democracia pressupõe poder popular e da maioria. Naturalmente os demos não têm a menor idéia do que isso significa.


Clique aqui para ver como estavamos certos sobre a CPMF e o imprensalão.
Clique aqui para ver o que esse blog falou sobre a CPMF e cantou a bola.
Clique aqui para ver a briga de galo no PSDB..
Clique aqui para ver quem financiou Marina.
Clique aqui para ver quem é o Demostinho.
Clique aqui para ver que jovens demotucanos, pregam o golpe militar.
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

QUEM FINANCIOU MARINA?

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Não pouca gente falou que Marina Silva tinha em seu favor, somente o trololó característico da direita brasileira. Este escriba, inclusive.

Ela durante sua campanha, sempre soube, que só serviria para levar o zé chirico para o segundo tuno e lhe da rmais tempo pra descer a porrada em Dilma. Devidamente auxiliado por uma imprensa financiada pelos clientes tucanos ao longo do país.

Mesmo assim ela cumpriu o papel de hipócrita que lhe coube. Criticou sobremaneira o governo do qual fez parte e  o partido que integrou durante toda sua vida. A política muda as pessoas, sabemos disso.

Ela só não foi tão duas caras quanto Heloisa Helena, coerentemente jogada ao limbo da política pelos eleitores porque com ela, perderam a identificação. Ela mesma fez com que isso acontecesse.

Então, nesta matéria do tucano UOL, vemos que os finaciadores do PV (anexo do PSDB) são justamente aqueles que Marina tanto criticou durante o périplo, e durante sua própria vida. Mesmo assim, ela aceitou o dinheiro de bom grado.

O que quer seu inimigo ao lhe doar dinheiro? Que você continue, com aquele dinheiro, a combatê-lo, ou será que o que ele quer é que você dê uma maneirada? Essa é uma resposta fácil. Qualquer criança de 3 anos saberia dizer.

Mas Marina não soube. Marina não soube nada nestas eleições.

Marina será canonizada pelo fato de ter, tão alegremente, auxiliado Serra no segundo turno. Mas como nenhum agradecimento dura pra sempre, após a canonização, ela será jogada aos tubarões justamente por aqueles que lhe estenderam o braço. A caminhada na prancha já começou.

Marina é a mais ingênua das pessoas na política. Ou ingênua ou pilantra.

Preferimos acreditar na primeira opção.


Clique aqui para saber como a Veja já está agindo.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

A ENTREVISTA DE DILMA

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A primeira entrevista da Presidente Dilma, ainda bem, não foi para a vassala Rede Globo.

Vale a pena assistir e espalhar aos colegas por email.



Clique aqui para saber como a Veja já está agindo.
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A REALIDADE E A FICÇÃO

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Sabido é que, conforme o Cloaca mostrou em sua diatribe de hoje, uma manchete do La Republica do Uruguai mostrou exatamente o que ocorreu nas eleições deste domingo. Nem a direita, nem a mídia nem o Papa conseguem derrotar Dilma (veja).

O que veremos no Brasil nos próximos anos é uma venezuelização do país. A mídia vagabunda encabeçada pelos quatro "grandes" (Veja, Estadão, Folha e Globo) criará um clima fantasioso de cerceamento de liberdade de expressão, e boa parte da nossa elite loira e classe média cairá no golpe.

É muito fácil notar que isso já começou. Quando a Veja disse que Lula é ditador e a mídia em geral começou com a história da tal censura da imprensa (censura que até o FInancial Times de Londres disse que não existe) vimos que a semente foi lançada. Dilma, num discurso apaziaguador, garantiu que manteria as liberdades de expressão. Ela deveria ter sido mais dura porque seu recuo pode dar a entender, para quem quiser encarar assim,  que verdadeiramente, algum dia as liberdades tivessem sido tosqueadas pelo PT.

Serra em sua ameaça de despedida fez o mesmo. Bateu na tecla da "democracia" como se vivessemos em uma ditadura. E como se não fosse seu partido, seus aliados e a imprensa pátria vadia, quem estivessem procurando fazer nascer no Brasil um governo de exceção Especialmente a exceção econômica, colocando as classes sociais em franco conflito.

Para aquele cidadão comum, com o QI que lhe permite somente acreditar no que é falado pelos veículos tradicionais do imprensalão brasileiro, ficará o medo angustiante de que um dia o governo petista descambará para o totalitarismo.

Essa é a artimanha usada largamente no mundo todo. É assim nos EUA, foi assim na União Soviética. Na Venezuela e na Europa. O que é preciso perceber é, os donos da mídia têm muito claro que os países são seus e portanto, deles podem dispor como bem entenderem. Lembremos que essa mentalidade nasceu em uma época anterior à internet, onde produzir informação custava caro e assim, o zé povinho não seria chamado para participar. Ou seja, no clube do bolinha da mídia mundial, só entrava quem tinha capital suficiente. Em consequência disso, as notícias importantes foram sempre sendo moldadas de acordo com os interesses dos patrões.

Quem consegue se dar conta disso é privilegiado. Mas infelizmente, é a minoria da minoria da sociedade. 

A colagem das manchetes desta postagem mostram as duas vertentes do meio informativo brasileiro. No Última Hora vemos que até o mercado brasileiro pedia a continuidade de Lula, externando o pensamento de um empresário português que já havia ameaçado sair do Brasil se Serra vencesse. No outro lado, dentro da imprensa golpista, o Estadão começa com seu celeiro de crises. Um dia depois da vitória, já querem dividir para conquistar. De uma reunião absolutamente comum e despretensiosa, a famiglia Mesquita pretende fazer acreditar que Dilma já está passando a perna em seus aliados. Assim, imaginam que podem disseminar a raiva e as disputas internas. Querem enfraquecer o governo.

Dilma no começo do mandato terá algum capital político para fazer mudanças grandes na forma de lidar com a imprensa, o grande câncer do mundo moderno. Se deixar passar algum tempo, estará de mãos atadas. 

Na opinião desse escriba devia agir de maneira simples e eficaz. Devia cortar a verba destinada a esses "grandes" veículos, e redistribuí-la entre os demais, para minar o golpismo. Isso já foi feito de maneira tênue, quando o governo redirecionou as verbas federais de publicidade, tirando o oligopólio dos "grandes" (O Globo fez até editorial esperneando). O caminho é esse mesmo, porém, deve ser acelerado e asseverado. 

Dilma não é Lula, é necessário reconhecer. E ela além de tudo, não terá nenhum dia de sossego sem levar bombardeio. A matemática é simples, o imprensalão brasileiro e os coronéis da direita não suportam a idéia de permanecer mais quatro (quiçá oito) anos longe do poder. Farão de tudo para voltar e se der, até mesmo antes do tempo.


Clique aqui para ler sobre o empresário que sairia se Serra ganhasse.
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

VEJA JÁ MOSTRA COMO AGIRÁ

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Essas eleições foram marcantes em muitos sentidos. A maiorida deles, pelo lado negativo. O mais acentuado foi a hipocrisia.

Primeiro você tem uma campanha permeada de baixarias, todas iniciadas e conduzidas pelo PSDB e por uma imprensa pilantra. Trouxeram para a pauta questões meramente administrativas como a condição do aborto (já que em minuto alguém falou em liberalizá-lo) e de cunho pessoal, como a religião.

J. Serra foi, sem dúvida alguma, o pior e mais rasteiro candidato do último século no país. Num momento de democracia vivaz, ele protagonizou a mais vagabunda e odiosa perseguição a um cargo públic,o que deveria (e deve) ser ocupado por uma pessoa ponderada e acima de tudo, de bom coração. Serra não é nada disso. Mostrou-se um sujeito de valores morais pífios, de companhias sórdidas e escrúpulos nenhum.

Temos sem dúvida alguma, um divisor de águas. As máscaras agora, foram todas ao chão com a vitória de Dilma. E os lugares começarão a ser ocupados de acordo com o seu lado nesse jogo.

Se Lula foi bombardeado a cada minuto nesses últimos 8 anos, o que ele sofreu não será nada comparado ao amontoado de absurdos que sofrerá Dilma. E por um motivo muito simples. A direita brasileira está muito, muito enraivecida porque perdeu mais uma. E ficará outros 4 (talvez 8) anos longe do poder federal, de suas verbas fabulosas e suas possibilidades infindiáveis de enriquecimento, encastelamento, privilégio e distribuição de favores.

E a mídia brasileira, que também escolheu seu lado, não oferecerá desta vez, trégua alguma. Se quando Lula foi eleito, acabaram lhe dando uns momentos de fôlego, Dilma não passou 30 minutos da eleição sem receber pau, especialmente da Veja, a representante mais incrível do pensamento nazista mundial.

Teremos sim, a venezuelização do Brasil. Não porque temos um Hugo Chavez. Mas porque temos uma imprensa absolutamente mentirosa quase que em sua totalidade e porque temos uma oposição suja, desmedida, inconsequente e sedenta tão somente do poder.

Em seu discurso de derrota J. Serra deu o tom que será seguido pela imprensa alimentada pelo mensalão tucano. Baterão na tecla de que o Brasil não é uma democracia, e que Dilma, não respeita as liberdades individuais. Veja já chamou mais de uma vez, Lula de ditador. O Estadão seguiu o mesmo tom.

Eles irão recrudescer. Irão piorar. Irão instalar no país um vale tudo jamais visto porque sabem em seu íntimo, que se nada fizerem, ficarão pelo menos por 3 décadas longe do Planalto.

E isso é inaceitável para alguém que um dia, já foi dono de tudo, e esse tudo podia ser dividido apenas com os amigos mais chegados.

A partir de hoje, esqueça de alguma denúncia contra a corrupção tucana. Os casos do metrô e de Paulo Preto sumirão da imprensa alinhada com a direita (em verdade, nunca chegaram a aparecer). O PSDB conseguiu o poder em 8 Estados. Todos eles se transformarão em ilhas da fantasia; o Brasil se transformará em um lugar administrado por gente corrupta porque claro, só o PT tem corruptos no país.

Veja e seus lacaios remunerados converterão o Brasil num prostíbulo de beira de estrada onde manda o coronel com o revolver sobre a mesa, e obedecem os pobres coitados, famintos de alguma migalha.

O que vimos até agora, podem escrever, não foi nada comparado ao que veremos.


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domingo, 31 de outubro de 2010

ADEUS, J. SERRA

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Olhando serenamente, J. Serra até que se saiu menos mal nesta campanha, do que tinha se saído em 2002. E isso fará com que a imprensa tradicional, seus aliados de todas as horas, o tratem com uma sobrevida que ele, definitivamente, não faz jus.

Serra só foi para o segundo turno por causa de Marina. E Marina sabia que concorrendo conseguiria somente isso, jogar no lixo os anos de bons serviços que prestou ao país, colocando em risco a continuidade de um projeto que ela mesma ajudou a criar. Marina vai para a vala comum da história porque ela mesma escolheu isso. Não merecia coisa diferente.

E por causa do fenômeno Marina, novamente temos um candidato tucano na segunda volta das eleições. Serra teria sido esmagado no primeiro turno se não fosse o trabalho sempre ardiloso da mídia nacional. Criando factóides, espalhando mentiras ou simplesmente divulgando somente um lado da história. Enquanto São Paulo de Serra afunda em corrupção, os quatro grandes do imprensalão tucano ignoravam solenemente o mundo real. Só o PT tinha defeitos. Dilma era culpada de tudo.

Assim sendo, J. Serra conseguiu uma votação maior do que sua anterior, e maior também do que a de Alckmin em 2006. Fosse um cidadão qualquer, um homem de bom caráter e com tudo pela frente na política, poderíamos esperar ouvir  falar dele em quatro anos. Mas (por sorte) ele não tem mais muito chão a percorrer.

Mas há que se considerar um outro lado, que tira créditos de Serra, para quem quer enxergar, óbvio. Serra perdeu para uma pessoa que jamais foi política. Uma mulher, que na primeira vez que concorreu a alguma coisa, já ganhou. Não ganhou pelo mesmo score que Lula? Não, mas foi perto. E voltamos a ressaltar. Dilma foi apoiada por Lula, que elegeria um poste. Mas ainda assim, era até pouco tempo atrás, uma pessoa desconhecida do grande povão. Trocando em miúdos, Serra levou uma surra de alguém que ele achava, deveria estar em casa costurando para os netos.

Serra não tem mandato. Não é senador (claro que vai concorrer nas próximas), não é deputado. Não é governador, não é nada. Seguramente será conduzido por seu partido à uma presidência de enfeite, pra não dizer que lhe chutaram o traseiro.

Mas o dado mais que concreto é que ele vai sendo aos poucos, esquecido pelo tempo. Serra nunca teve a estatura que a imprensa vendida lhe conferiu. Serra sempre foi um personagem fabricado, um frankenstein manipulado por diversos setores da sociedade.

E depois, tem a questão do quê ele fez com sua própria carreira política. Serra atropelou muita gente. Nunca teve escrúpulos. Agora chega a hora da vingança daqueles que por ele, foram humilhados. E a lista não é nada pequena. Passa inclusive pelos vassalos da mídia de aluguel. Aqueles de quem Serra jamais tolerou um pequeno deslize. O menor que fosse.

Verdade que nesse caso, os jornalistas nada farão. Os patrões não deixariam.

Serra é a cópia de Mussolini. De Stalin. Mas a Veja prefere dizer que Lula é ditador. Até agora, Lula não saiu de nenhuma entrevista quando lhe perguntaram alguma coisa desagradável. Lula nunca teve esse direito. Mas Serra tem porque é "o" escolhido. Bento 16 virá canonizá-lo em vida porque seria um desperdício esperar até sua morte.

A política cobra um preço alto dos maiores egos que nela estão envolvidos. Serra, com a ajuda de um bando de bajuladores ficou impedido de ver que o país não queria sua graça. Como já dito, Serra só chegou aos 44% porque brigava com alguém que jamais disputou eleição alguma e que levou surra da mídia todo dia, durante um ano. Mesmo assim, Serra perdeu.

Adeus, J. Serra. Não sentiremos saudade de seu estilo Don Corleone de governar.


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SERRA DIZ QUE É UM DAVÍ CONTRA GOLIAS

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J. Serra é, nas palavras da maioria dos estudiosos da política (os isentos, deixemos claro) um dos mais rasteiros políticos de que se tem notícia nos últimos 60 anos. E isso inclui os algozes do país na ditadura militar. Como já dito e repisado, a própria tucanagem demorou a entrar em sua campanha porque ele passou com um tratorzão sobre a cabeça de todo mundo. Serra e FHC, os donos do PSDB de São Paulo (e assim queriam, do Brasil) empurraram à força a candidatura do bonitão. Esse, entre outros motivos, foi o decisivo para uma derrota tão acachapante.

Mas como numa democracia (que a Veja insiste em dizer que não existe) você pode dizer o que quiser, J. Serra segue seu périplo infindável de desconstruções de reputação, de mentiras e de jogos ardilosos, impunemente.

Veio no Globo, um veículo sempre dócil a quem lhes favocere ideologicamente (digamos assim), e diz que esta campanha foi um festival de baixarias. Verdade pura. Ele quem as começou. Mas novamente dito, como numa democracia cada um fala o que quer, Serra pode mentir uma penúltima vez na campanha.

E ainda emenda dizendo que foi o típico Daví contra Golias.

Que dó desse homem. 

Em 2002, Lula foi um Davi. Lutou contra os trilhões de reais que a tucanalha havia espalhado pelos veículos de comunicação e pelas  empresas amigas, para tentar virar o jogo. O povo estava cansado do buraco no qual tinham jogado o país e queria dar o troco. FHC e seus comparsas fizeram o que puderam, especialmente alimentando a rede de boatos e difamações implantada no país desde sempre pela direita neonazista. Houve de tudo, e quem é brasileiro e tinha pelo menos 16 anos naquela época, se lembra muito bem. Aliás, indo além, quem vota em Lula desde 89 não esquece o nível de campanha impresso pelas forças aliadas de J. Serra.

Lula foi um Daví e venceu o Golias com sua pedrada. Serra não é Daví coisa alguma. Serra é um menino mimado, que joga sujo e conseguiu a proeza de esfacelar a unidade de seu próprio partido. O PSDB termina as eleições em ritmo de dissolução, de braços dados com a camarilha do PFL, propriedade do falecido ACM e de Bornhausen.

Mas apesar do que dizem os espertos em política, de que este próximo Congresso será mais dócil à Dilma do que seria a Serra, a mídia golpista ( Globo, Veja, Estadão e Folha) assumirá seu lugar.  Quando Lula venceu em 2002 lhe deram um desconto de um ano, pra não pegar mal e pra não comprovar o que todo mundo sabia, que a imprensa o odiava. 

Nesses últimos 8 anos a máscara caiu definitivamente e muita coisa mudou. O povo já tem plena certeza de que a imprensa odeia qualquer um que opte por um governo popular, ancorado nas necessidades dos comuns. Por causa disso, veículos como o Estadão assumiram publicamente sua preferência pela direita. Veja, a mais raivosa e mais vagabunda publicação já veiculada neste país, deveria ao menos, fazer o mesmo. Deveria dizer a todos de qual lado está e parar de ser hipócrita.

A imprensa é livre, apesar do que tanto falam. E olha que mereciam uma boa reprimenda. O que falta é coragem pra essa gente vendida falar abertamente pra quem trabalha e qual tipo de interesse subterrâneo, vem ao público para defender.

E pra ajudar no domingo de votações, um videozinho publicado pelo Cloaca. O lado em quê estamos.:



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sábado, 30 de outubro de 2010

VEJA DIZ QUE LULA É DITADOR (DE NOVO)

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Tem horas que você fica pensando, matutando, tentando realmente entender por quais motivos uma revista, que um dia foi conceituada, dá pra agir como a Veja.

Por qual razão dizer que Lula é ditador? Chega a ser patético o delírio de drogadição da editora Abril. Se Lula fosse ditador, teria mandado fechar a publicação mais vagabunda que temos no país. Se fosse ditador, teria colocado na cadeia pessoas como Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo, que tudo o que fazem é maldizer, é chacotear, espalharem mentiras sobre o Presidente e sobre qualquer integrante do partido do qual a editora Abril não gosta.

Se Lula fosse ditador, teria mandado fechar o Congresso e não ter ficado refém de um bando de salafrários que pediam dinheiro e emendas para cada mínima coisa que precisavam votar.Vale lembrar (já que a imprensa não diz) que a base dos assalariados do suposto 0mensalão não pertencia ao PT e sim aos partidecos de aluguel formados pela maioria amada dos congressistas apoiados e pertencentes à direita brasileira.

Se Lula fosse ditador teria cassado as concessões da Globo e diversas afiliadas por se comportarem como legítimos golpistas dos anos 60.

Até que pensando bem, o Brasil precisava mesmo de um "ditador" uma hora dessas. Porque governar com um amontoado de safados como os que ocupam a maioria da nossa imprensa, é muito insalubre. Veja bem que adoraria uma ditadura. Desde que ela fosse o veículo oficial do poder. Veja adoraria fazer o que fizeram o Estadão e a Folha durante o governo militar. Servir de escudo para que o governo pudesse torturar, matar, fazer desaparecer e mutilar, sem ser incomodado.

Veja pelo jeito, adoraria emprestar os carros pra ditadura demotucana transportar os torturados sem ser percebida, como fez a Folha, no passado. Adoraria fazer editoriais elogiosos como fizeam o Estadão e o Globo, dizendo que o governo de exceção era legitimamente, um governo democrático.

Veja vai ladeira abaixo em seu desespero insano. Dizer que Lula é ditador é, seguramente, a coisa mais ridícula que essa publicação já falou em tanto tempo de existência. Até a imprensa internacional já tem zombado da insanidade da família Civita e de seus capachos.

Veja e a imprensa porca do Brasil falam cada vez para menos pessoas. Como eles sentem saudade do tempo em que nadavam nas tetas gordas das verbas públicas!


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ÍNDIO NA ROCINHA FOGE DE MEDO

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Do blog do Douglas Yamagata (que pegou d´A Pedrada), este videozinho onde o Índio resolve fazer a (mais uma??) burrada de entrar na favela e querer cooptar o voto do povão.

Reparem na cara de medo em determinados momentos. "Será que eles vão me bater?" Reparem na cara de choro do suposto vice de J. Serra.

No final, Índio pica a mula. Ele não é tão bobo quanto parece.



Também vale a pena ver este outro vídeo da rapaziada que usa a cabeça, falando por que é certo votar no Serra (e portanto, no Índio).




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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

AZEVEDO ENTREGA O JOGO

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O bom de criticar a imprensa brasileira é que não se necessita ser muito esperto. Qualquer criança de 3 anos repara na primariedade e na estupidez da maioria gritante de nossos colegas da "grande" imprensa.

E depois tem outras coisas. Falar de pessoas como Reinaldo Azevedo, por exemplo, é até divertido. Afinal, quantas pessoas você conhece que espumam pela boca só de ouvir a palavra "esquerda"?

Exorcista nenhum faria melhor que ele.

Prova disso, é a manchetinha que achei, vasculhando seus arquivos. Eu pretendia falar de outra asneira do Reinaldo, mas em razão do que encontrei, a tolice que procurava chegou a ficar pequena.

Em sua inocente manchete, Reizinho fala de um escândalo do PT (claro, só o PT tem escândalos). E diz que a imprensa quase deixou passar batido. Como alternativa à manchete, diz com seu inegável conhecimento de causa: "deixando-se pautar pelo adversário".

Ficou claro, óbvio e ululante que a imprensa portanto, é adversária do PT. Isenção? Bobagem. A mídia só pode se pautar pelos demo-tucanos. Se der uma notinha que seja ou se ignorar qualquer coisa feita pelo PT, está se pautando "pelo adversário".

Bom seria que os cidadãos comuns desse país, alguns daqueles que ainda gastam seu dinheiro comprando a Veja, soubessem disso. Afinal, a imprensa tem que ser livre. Mas a audiência  precisa saber que o que eles estão lendo não é jornalismo. É coisa fabricada. 

Sabendo disso, podem ler até rótulo de papel higiênico (a Veja, no caso). Afinal, mesmo que Reizinho esperneie, o Brasil ainda é um país livre.



Ps. a notícia que eu procurava nos posts do Reizinho era aquela que ele criticava o PT por incluir nomes não autorizados na lista de apoio a Dilma. A lista tucana não autorizada publicada num cantinho do Globo, ele fingiu que não viu.

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FHC: "AGORA VAI"

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Em um ato de visível desespero, FHC entra de cabeça na campanha de Serra. Se tiver quer perder votos, que perca. Vai que ganha alguns?

O dado concreto é que o tucanato paulista ficou sozinho nessa roubada. Serra e FHC empurraram pela goela de todo mundo a candidatura de Nosferatu. Era mesmo, um projeto pessoal. FHC e seu amigo queriam medir forças com a tucanagem do resto do país. Não deu muito certo.

Por causa disso, o tucanato só resolveu entrar mesmo na campanha depois do segundo turno.

Agora Don Fernando se sentiu liberado para fazer e falar o que quisesse. Não que antes ele tivesse se poupado de falar bobagens. Não se poupou. Mas o resto do partido o escondia. Dava um jeito de, meio sem querer, meio sem perceber, colocá-lo para escanteio. Dentro do armário.

FHC puxou a caminhada por São Paulo porque sabe que lá, está "seguro". Se fosse para o Nordeste, por exemplo, corria o sério risco de ser linxado. Mas fazendo assim, FHC não conquista votos para seu pupilo. Os que votam em Serra já estão em SP, mesmo. E em Curitiba, outro reduto tucano.

Porém, também não perde nenhum voto, já que o paulista adora o jeito neo liberal de governar.

E fazendo isso, ele pode achar que faz alguma diferença na vida de alguém. Bem bom pra ele.

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

MARINA NÃO SABIA

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Certa vez conversava com alguns colegas sobre a ingenuidade de certas pessoas. Falavamos especialmente de um certo ex-político, que tinha sido veementemente enganado por integrantes do então PFL. Nossa questão era, como é que um homem com tal carga de experiência foi logrado por aquele pessoal?

É que as vezes achamos que só porque tal pessoa "deu certo" na vida, imaginamos que elas são quase sobrenaturais. E não são.

É mais ou menos o caso de Marina, A Ingênua. Primeiro ela foi lograda ao ponto de sair do PT e ir pro PV. Ora, ela não foi informada por ninguém que o PV era uma legenda de aluguel? Se o PT tem problemas com fisiologismo, corrupção e todas as chagas que atingem qualquer partido, imagina o PV?

Disseram pra ela que ela saindo do PT teria reais chances de ganhar a Presidência. Pois bem. E se ganhasse, ia governar com quem? Marina pelo jeito, nasceu ontem.

Depois foi a tal questão do apoio político que ela e seu partido dariam. Cantamos a bola, e não só nós, que o PV debandaria pra tucanagem. E por pouco, por questão de imagem, não declararam apoio formal a Serra. Marina ficaria com a cara no chão se isso acontecesse.

E olha que tentaram. 

Agora ela vem ao público pedir que não usem seu santo nome em vão. Quem não usar? Ora, a tucanagem, a mesma que joga sujo e que cooptou seu partideco. Gabeira desfilava faceiro ao lado de Serra no dia dos ataques terroristas com a bolinha de papel. 

Gabeira é descarado. Mas sobre ele sequer vale a pena escrever. Queimar carbono à toa. Pra quem já foi do PT (por estrita conveniência) sair de braço dado com a direita raivosa é meio estranho. Mas ele decerto não liga pra biografia.

Só que Marina devia ligar. Ela tem algum respeito do povo. Deveria tentar manter. Pra isso, talvez fosse bom estudar um pouco mais sobre política, pra deixar de ser engambelada por aproveitadores de plantão. É que má-fé, a gente nem acredita que Marina tenha. É só tontisse, mesmo.

Marina é uma tola. E ela foi adequadamente avisada. 

Porém, não vai aprender. Ela está se supervalorizando. Tá achando que tá ganhando capital político ficando em cima do muro. Ela está é perdendo. Ela fica em cima do muro e não se posicionando, o cidadão comum não sabe com qual idéia associá-la. E quem não tem uma marca na política, dela será extirpado.

A bandeira "verde" não é boa o suficiente. E não é boa porque ao invés de se associar a um pessoal verdadeiramente ecológico, os verdes daqui se juntaram a um povo talvez bem menos confiável, por assim dizer.

"Verde" é só um nome. Não são verdes nem na raiz.

Marina deve achar que política é uma coisa de gente ilibada. Precisava ganhar um pouco de cancha antes de querer disputar cargos tão importantes. Para não jogar sua biografia no lixo, ela deveria ao menos tentar evitar que pessoas da laia de J. Serra assumissem o país. O estrago seria irreparável. Ela devia se posicionar.

Ou ela não sabe disso, também?

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Clique aqui para ver o marketeiro do Serra em ação.
Clique aqui para assistir ao vídeo onde Dilma esculacha a Folha de S. Paulo
Clique aqui para ver que Serra tem Alzheimer.
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